segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

PLANTAMILAGROSA




A folha suculenta da planta de Aloé Vera é uma das mais veneradas plantas medicinais terapêuticas da natureza. Desde sempre, a Aloé Vera tem sido largamente encarada como uma planta curativa milagrosa. Muitas civilizações notaram os extraordinários benefícios do Aloé. Documentos históricos e religiosos de Egípcios, Romanos, Gregos, Hebreus, Chineses, Indianos (da Índia), Argelinos, Marroquinos, Tunisinos e Árabes relatam a sua eficácia tanto para uso interno como externo.
Em 1967, fui contratado para fazer pesquisa no 11 Laboratório de medicina laser do mundo no Hospital Infantil de Cincinnati, no Ohio. Todos os dias, depois de terminar as minhas experiências, ía para a sala onde estavam os animais sujeitos às experiências para os ajudar a curar as queimaduras de laser a que eram sujeitos.
Após ter utilizado diversos preparados, observei que o gel de Aloé Vera permitia a mais impressionante cicatrização de vários problema s de pele, inclusivamente, queimaduras, lesões e cancro. Tive, também, a oportunidade de testar o gel em mim próprio, depois de uma queimadura de laser, e nalguns doentes no laboratório. De todas as vezes, o Aloé produziu resultados impressionantes, consistentes e rápidos. Estudos científicos confirmam que o Aloé Vera é eficiente num extraordinário número de patologias internas e externas. As utilizações mais comuns para o Aloé Vera são como digestivo, anti-inflamatório, cicatrizante, laxante, desintoxicante, agente de limpeza, hidratante, para gastrites, úlceras, queimaduras, colites, eczemas, artrites, dores de estômago por causas nervosas, pequenos golpes e picadas de insectos.
A Aloé Vera alivia e trata problemas de pele, incluindo golpes, queimaduras, arranhões, picadas de pequenos insectos não venenosas, erupções cutâneas entre outros problemas dermatológicos, quando suavemente esfregada com gel de aloé. As queimaduras cicatrizam mu ito mais rapidarnente que se fossem ignoradas. A aloé é muito conhecida em centros traumáticos na Califórnia, Illinnois, Nova Iorque, Texas e outros Estados, para o tratamento de queimaduras.
Uma das razões pela qual o Aloé tem grandes efeitos benéficos, rnesmo quando apenas aplicado na superfície da pele, é a sua impressionante capacidade de ser absorvido pela pele. Estudos provam que o Aloé produz na pele um efeito
anti-envelhecimento tão forte como o ácido retinólico, no entanto, ao contrário do ácido retinólico, os polissacarídeos contidos no Aloé não irritam a pele.
Aloé Vera é um anti-inflamatório e protege o sistema imunológico da pele. Contém ingredientes que neutralizam as substâncias estranhas e nefastas da pele, ajudando as células do sangue a eliminar esses micróbios antes de se espalharem pelo organismo. São estas substâncias anti-inflamatórias que permitem ao Aloé tratar o acne e outras irritaçõe s da pele.
A Aloé diminui a transpiração, ajuda na eliminação de odores causados por bactérias, ajuda a manter a pele hidratada e serve como um desodorizante natural, entre muitos outros benefícios que produz na pele. Segundo a naturopatia, a Aloé Vera é também útil no tratamento dos seguintes sintomas: febres, doenças de pele, prisão de ventre, falhas menstruais, gonorreia, icterícia, doenças reumáticas, hemorróidas, constipações e tosses, hidropisia, ciática, lumbago, reumatismo, retenção de urina, indigestões, flatulência, tumores da zona abdominal, carbúnculos, espasmos musculares durante a rnenstruação, úlceras, colites, inflamações, vaginite e cervicite, conjuntivite, e para alargamento ou inflamação do figado, baço ou outras glândulas.
A maior concentração de Ingredientes Activos, os mucopolissacarídeos que surgem naturalmente, encontra-se no gel. A densa seiva amarela que se encontra mesmo por baixo da superf icie interior da casca da folha pode ser amarga, indigesta, possivelmente abrasiva, difícil de purificar, contendo também antraquinona, a que se dá o nome de aloína, o que pode funcionar como um desagradável e irritante laxante, causando severas dores abdominais. A preparação a frio do Aloé retira a irritante aloína do aloé, e deixa um gel ou sumo standard, não pasteurizado, que está actualmente provado que traz muitos benefícios terapêuticos para o corpo.
É de notar que os primeiros ingredientes activos de outras plantas medicinais estimulantes do sistema imunológico conhecidas, como por exemplo a equinácea, astrágalo e os cogumelos orientais, são os seus polissacarídeos. Muitos dos benefícios terapêuticos do Amexilhão do mar de lábios verdes@, da sopa de barbatana de tubarão - a veneração terapêutica dos Orientais - e das anti-cancerigenas cartilagens de tubarão são todos devidos aos polissacarídeos mucilaginosos naturais (mucopoli ssacarídeos).
Todos os produtos de Aloé Vera contém mucopolissacarídeos naturais ? Não. Muitos produtos contém poucos, se alguns, mucilaginosos mucopolissacarídeos devido a ineficazes processos de produção que destroem os mucopolissacarídeos naturais presentes no Aloé. Quando a planta de Aloé Vera é colhida, infelizmente liberta-se uma enzima que começa rapidamente a decompor os polissacarídeos mucilaginosos do Aloé Vera em simples açucares. É por esta razão que o ideal seria uma planta fresca, cortada à mão. No entanto, o processo pelo qual a Aloé Vera é colhida e de imediato feita a preparação a frio rnantém, aparentemente, as mesmas características. Este ideal procedimento de preparação, previne a degradação dos polissacarídeos mucilaginosos do Aloé e conserva as vitaminas, minerais, aminoácidos, enzimas, glicoproteínas e os outros 200 mais importantes constituintes do Aloé.
Este procedimento de preparação gera v árias outras vantagens. A preparação a frio do gel e a eliminação do amargo e da matéria irritante da seiva, a aloína, permite criar um produto não só seguro, mas também agradável ao paladar. A estabilização e padronização dos polissacarídeos mucilaginosos naturais, um importante componente imune do Aloé Vera, permite obter, a partir dos polissacarídeos mucilaginosos naturais não pasteurizados do aloé, um gel ou sumo uniforme, de confiança, eficaz, seguro, para além dos nutrientes sinérgicos, como é o caso das vitaminas e dos minerais.
Algumas empresas procedem à evaporação do Aloé, geralmente com maltose. Este processo diminui substancialmente os verdadeiros polissacarídeos mucilaginosos naturais do Aloé Vera, resultando assim num produto que contém polissacarídeos mucilaginosos resultantes da maltose.
Tem sido provado que o Aloé Vera melhora o sistema imunológico. Estimula a produção de macrófagos, linfócitos, fag ócitos, glóbulos brancos e citocines - todos importantes componentes do nosso sistema imunológico. Tem sido também mostrado que o Aloé tem uma actividade anti-viral e anti-fungicida. As investigações realizadas indicam que os polissacarídeos mucilaginosos presentes no Aloé têm largas potencialidades terapêuticas em muitas doenças humanas e animais, incluindo o cancro, a SIDA e outros distúrbios imunológicos. 0 Aloé Vera é não tóxico e muito estável. A segunda fase do estudo dos polissacarídeos mucilaginosos orais do aloé como um complemento do AZT no tratamento da SIDA foi concluída com sucesso no Canadá.
FDA concedeu autorização para se continuarem os estudos clínicos no homem de um polissacarídeo rnucilaginoso oral de Aloé no tratamento de ataques agudos de colites, os quais foram já iniciados em 4 centros médicos diferentes. A pesquisa efectuada indica que o aloé gel é benéfíco no tratamento de feridas e ulceras cancerosas.
Tem sido provado que o Aloé Vera ajuda no tratamento do cancro, de viroses, de doenças imuno- reguladoras e respiratórias, de infecções e de inflamações. Estudos utilizando células sanguíneas humanas in vitro demnonstraram que o Aloé Vera estimula a libertação dos factores cancerígenos das necroses e produz outras actividades anti-cancerígenas.
Aloé pode revelar-se eficaz em casos de rinites alérgicas (febre dos fenos, que ataca cerca de 20 milhões de americanos), em aftas e em herpes labiais. 20% da população americana sofre de aftas ou feridas cancerigenas, enquanto a herpes labial, também conhecida como herpes febril, surge em cerca de 20% - 30% da população.
Desde o início da utilização do raio x, e consequentemente da radioterapia, os médicos constataram que a radiação pode causar reacções da pele bastante graves.
Qualquer produto de protecção contra as graves reacções cutâneas à radiação, ac tua quer externamente, cicatrizando a pele, quer internamente, estinulando vários processos imunológicos. Nesta acção, o Aloé é único, sendo extremamente eficaz interna e externamente. Vários estudos de investigação provam a eficácia do Aloé Vera na prevenção e tratamento de reacções às radiações. Por exemplo, emulsões de sumo de aloé foram aplicados em 260 doentes, após terem sido submetidos a tratamentos radioactivos. Os investigadores alegam que as emulsões são de longe mais terapêuticos na redução das reacções cutâneas causadas pela radiação que a maior parte dos preparados sintéticos. Defendem que as emulsões são Aindicadas para a prevenção do desenvolvimento de reacções localizáveis originadas pela radioterapia, para o tratamento de epidermes secas ou gordurentas (inflamações da camada exterior da pele) e para o tratamento de queimaduras radioactivas do 2E e 3E graus. 0 Aloé acelera igualmente o processo de regeneração da pe le, assim como o normal crescimento das células, sendo também uma boa ajuda no tratamento de outros problemas dermatológicos.
Outros investigadores descobriram que o sumo de Aloé Vera consegue óptimos resultados no tratamento das reacções causadas pela submissão das pessoas a radiações, radioterapia e raios x. Uma série de testes efectuados nos anos 60 em vários hospitais mostraram que o creme de aloé é 50% melhor que 3 outros produtos considerados os mais indicados para o tratamento de queimaduras.
Após rever um longo estudo científico sobre o Aloé Vera, a FDA declarou em 1959 que Ade um modo geral admite que o Aloé Vera regenera na verdade os tecidos da pele@.
Todos os ano, as pessoas são expostas a mais de 6.000 poluentes químicos e de 200 toxinas radioactivas, o que poderá causar uma larga quantidade de infecções, inflamações e dores graves interna e externamente. Os investigadores afirmam que o Aloé Vera contém propriedades anti-bacterianas, anti-inflamatórias e de alivio de dores.
Aloé auxilia no crescimento e reparação dos tecidos do organismo. Ajuda a manter uma pele macia, suave e saudável. Internamente, o aloé gel ou o sumo de aloé, ricos em polissacarídeos naturais e em vitamina A/betacaroteno, fortalecem as paredes das células e protegem as suas membranas mucosas, ao mesmo tempo que reduz a susceptibilidade de contrair infecções. Ambos, actuam como anti-oxidantes e combatem os efeitos dos poluentes químicos e radiações presentes na atmosfera.
Aloé seco, que contém aloína amarga, retirada mesmo por debaixo do revestimento exterior da planta, é utilizado ocasionalmente em fórmulas laxantes, que térá que, no entanto, orientado. Caso contrário, poderão surgir diarreias intensas, dores abdominais ou prisão de ventre. A acção medicinal do aloé seco é muito diferente relativamente ao aloé vera gel e ao sumo (onde a antriquinona fo i retirada), que são mais suaves para uso interno. A abordagem ao aloé seco deverá ser cuidadosa.
que é a aloína ? A aloína é a seiva amarela que se encontra na camada verde exterior da folha de Aloé Vera. Uma vez que a aloína é um laxante extremamente forte, e que pode oxidar e descolorar o Aloé Vera gel, os sumos e geles de Aloé Vera de alta qualidades não deverão conter mais que 50% o de aloína. Quanto menos tiver, melhor.
Porque é tão importante a preparação a frio/não pasteurizada do aloé vera ? É importante preparar a frio o Aloé Vera para reter a sua maior eficácia. Se forem utilizadas altas temperaturas durante qualquer parte do processo de produção dos produtos de Aloé Vera, os numerosos constituintes activos terapêuticos naturais do Aloé Vera serão destruídos.
Aloé Vera não é uma, panaceia, nem tão pouco é a cura para a maioria das doenças, como muitas pessoas já o promoveram. No entanto, utiliz ado de forma apropriada nas doenças em que a sua acção é conhecida, o Aloé Vera é um poderoso cicatrizante que tem sido utilizado à milénios com sucesso.
BIOGRAFIA
Steve Schechter, N.D., é um naturopata e autor do livro ACombatendo a Radiação e Poluentes Químicos com os Alimentos, Plantas Medicinais e Vitaminas@. E um orador proeminente, consultor de saúde de particulares e empresas e pertence ao Conselho Médico Consultivo das revistas ALet=s Live@ e AHealth Foods Business@, estando alistado no AQuem é quem no serviço à Terra).

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

ALOE VERA - OS FATOSDR. PETER ATHERTON1. O QUE É ALOE VERA ?


ALOE VERA - OS FATOSDR. PETER ATHERTON1. O QUE É ALOE VERA ?
A Aloe Vera é geralmente chamada de a planta milagrosa, a cura natural, dentre outros nomes que sobreviveram por 4.000 anos, nos quais essa planta tem beneficiado a humanidade.
George Ebers em 1862 foi o primeiro a descobrir o uso da Aloe na antiguidade, em um antigo manuscrito egípcio datado de 3500 AC, o qual foi, de fato, uma coleção sobre ervas medicinais. Outros pesquisadores, desde então, descobriram que a planta era usada também pelos chineses e indianos antigos. Médicos gregos e romanos, como Dioscorides e Plínio, usavam Aloe obtendo maravilhosos efeitos e legendárias sugestões que persuadiram Alexandre O Grande a capturar a ilha de Socotra, no Oceano Índico, com o intuito de obter sua rica plantação de Aloe para curar seus soldados, feridos nas guerras. As rainhas egípcias Nefertiti e Cleópatra tributaram grandiosamente a Aloe, como sendo o melhor tratamento de beleza. Naqueles tempos, beleza e saúde estavam intimamente ligadas, muito mais que estão atualmente.
Mesmo existindo 200 espécies de Aloe, há provavelmente apenas 3 ou 4 com propriedades benéficas à saúde. Dessas, a Aloe Vera Barbadensis (Miller), também conhecida como Aloe Vera (Linne), é a mais potente.
A Aloe Vera Barbadensis é uma espécie muito suculenta, e se parece mais com um cáctus, mas é de fato membro da família liliáceas, parente da cebola, do alho e do aspargo. A Aloe alcança a maturidade em 4 anos, quando o gel contido dentro de suas folhas, uma espécie de seiva, pode ser preservado e engarrafado para produzir o suco natural da planta.
Para receber os benefícios da Aloe Vera, o gel pode ser bebido, e será proveitoso na medida em que o organismo receba suas qualidades nutricionais. Pode também ser combinado com outros ingredientes para produzir uma loção tópica, que vai nutrir e contribuir para a manutenção da saúde.2. DENTRO DE UMA FOLHA DE ALOE VERAO gel de Aloe Vera contém mais de 75 substâncias, que se dividem nos seguintes grupos:Vitaminas Contém um grupo enorme delas. As vitaminas C e E, com ação antioxidante, Beta-caroteno - a precursora da vitamina A. É também uma das poucas plantas fonte de vitamina B12.Minerais Magnésio, zinco, manganês, cálcio, sódio, potássio, cobre e ferro.AminoácidosO corpo humano precisa de 22 aminoácidos, os construtores das proteínas, e Aloe Vera gel possui 20 deles. E mais importante ainda é que ele fornece sete dos oito aminoácidos essenciais, ou seja, aqueles que não podem ser produzidos pelo corpo e precisam ser adquiridos diariamente.AçúcaresEstá incluída, no gel, uma longa cadeia de polissacarídeos que age no sistema imunológico, o Acemanann é um dos principais.EnzimasAs lípases e proteases, que quebram as moléculas dos alimentos e auxiliam na digestão, e também a carboxipeptidíase, que age no processo antiinflamatório.Esterol da plantaOs três tipos principais agem como um forte agente antiinflamatório.LigninaEsta substância dá ao gel da Aloe sua habilidade de penetração, alcançando as camadas mais profundas da pele. SaponinaÉ uma substância que aplica uma potente função antimicrobiana contra as bactérias, vírus e fungos, como (*) cândida e (**) micoses.AntraquinonasOs mais importantes são a aloína e a emodina, que juntos se transformam em um forte analgésico e são responsáveis por processar as atividades antibactericidas e antivirais. Ácido SalicílicoEsse componente da aspirina é um antiinflamatório e, quando usado topicamente, ajuda a diminuir a morte dos tecidos.
(*) Candida albicans (algumas vezes chamada de monília) é um fungo normalmente presente na pele e na boca, trato intestinal e vagina. Sob certas condições, pode se multiplicar e infectar a superfície da pele ou de mucosas. Tais infecções normalmente tem pouca gravidade, mas podem ocorrer infecções graves e mais profundas, especialmente em pacientes cuja resistência foi enfraquecida por drogas imunossupressoras ou por doenças graves como a ऐड्स । Entretanto, alguns profissionais alegam que mesmo quando há ausência de sinais clínicos de infecção, problemas relacionados com os fungos podem causar ou disparar sintomas múltiplos como fadiga, irritabilidade, constipação, diarréia, intumescimento abdominal, mudanças de humor, depressão, ansiedade, tonturas, ganho de peso inesperado, dificuldade para se concentrar, dores musculares e articulares, um grande desejo por açúcar ou por bebidas alcoólicas, psoríase, urticária, problemas respiratórios e nos ouvidos, problemas menstruais, infertilidade, impotência, infecções urinárias, prostatite e "um sentimento de mal-estar geral". A lista de sintomas é similar aquela da sensibilidade química múltipla (SQM).(**) Micose ou Dermatofitose: A dermatofitose é uma doença transmitida por fungos, conhecida como micose. Esses fungos estão presentes no ambiente e apenas algumas espécies são capazes de provocar doenças no animal. Pode atingir cães , gatos e outros animais. Ela pode ser transmitida de animais para humanos, de animais para animais e de humanos para animais, pelo contato ou atrito (escovas, pentes, aparelhode tosa, abraços, contenção, segurar no colo). .QUAL O TIPO DE ALOE VERA ?Não há evidências reais para sugerir que a folha inteira (incluindo a casca e o gel - mais concentrado - que são geralmente filtrados) seja tão eficiente quanto o gel puro. Contudo, o que é mais importante é a qualidade e a quantidade de Aloe num produto manufaturado. Infelizmente, a maioria dos produtos encontrados no mercado, cujos rótulos dizem conter gel da Aloe contém na verdade apenas uma pequena quantidade do gel.
Na dúvida, procure pelo selo de certificação do Conselho Internacional da Aloe Vera, que é um órgão independente que monitora e regula a quantidade e qualidade dos produtos de Aloe. Se o selo de aprovação (que é renovado anualmente) aparecer na embalagem do produto, pode ter certeza de que a qualidade deste é garantida.POR QUÊ FUNCIONA ?Funciona porque fornece um rico coquetel de elementos nutricionais, que combinando sua ação e equilíbrio, produz um efeito muito mais poderoso do que aquele que seria esperado se os elementos estivessem separados, individualmente. Isso ocorre porque eles trabalham como um time, intensificando os efeitos de cada um, o que é conhecido como sinergia. A Aloe também tem propriedades (*) adaptogênicas, o que significa que é uma substância que aumenta a resistência do organismo contra problemas como infecções ou stress.(*) Adaptógenas ou adaptogênicas: Como o nome diz, essas espécies ajudam o homem a se adaptar ao meio em que vive, aumentando a resistência do organismo nas situações estressantes.ONDE A ALOE FUNCIONA ?Por causa das qualidades nutricionais e antioxidantes da Aloe, ela ajuda a prevenir feridas no tecido epitelial e quando ele está danificado, auxilia na sua regeneração. Antioxidantes lutam contra os radicais livres, os componentes instáveis produzidos pelo metabolismo e encontrados em poluentes ambientais. Eles são os causadores de vários males, incluindo câncer e o processo de envelhecimento.
O (*) epitélio é um termo anatômico definido como: "Uma camada de células que cobre o corpo ou que alinha uma cavidade conectada a ele".O nosso maior epitélio é a pele, mas também inclui os tecidos dos intestinos, os brônquios e o aparelho genital. Não é de se admirar que a Aloe trabalhe tão bem em peles feridas quanto em inflamações intestinais ou em asma.(*) Epitélio: é uma camada celular que cobre todas as superfícies internas e externas do corpo. Os epitélios são caracterizados por serem constituídos de células com formas e disposição variáveis, sem substância intercelular nem vasos. O tecido epitelial é um dos quatro tipos de tecidos básicos do nosso organismo, juntamente com os tecidos conjuntivo, muscular e nervoso.O tecido epitelial pode ser classificado de acordo com o formato das células e número de camadas celular. Quanto ao número de camadas celular, ele se classifica em simples e estratificado.COMO FUNCIONA ?A ação de seu antiinflamatório natural e antimicrobiano, combinada com seus elementos nutricionais, promovem o crescimento celular e, portanto, ajudam a reverter o processo inflamatório. Contudo, não é útil apenas para pessoas com problemas, pois a maioria, ao tomar Aloe, demonstra uma grande sensação de bem estar. Eles simplesmente se sentem melhor ou se mostram mais calmos e menos ansiosos.CONCLUSÃOAloe Vera não é uma panacéia para todas as doenças e não há mágica nela. Eu acredito que ela funcione, primariamente, nas duas áreas já mencionadas: tecidos epiteliais e sistema imunológico. Isso é largamente registrado por casos, evidenciados por milhares de pessoas através dos séculos, que relataram os vários benefícios em problemas de pele, como eczemas, psoríase, úlceras, queimaduras, acne e picadas de insetos. Eles também acharam o alívio em doenças intestinais, como colite, diverticolite e síndrome do cólon irritado. Outras condições resultantes de uma desordem no sistema imunológico como artrites, asma, Síndrome de fadiga pós viral e lupus eritematoso, melhoraram depois da ingestão regular do gel da Aloe Vera. A Aloe Vera, portanto, tem um papel complementar a cumprir no tratamento de várias moléstias. É muito importante, contudo, que as pessoas procurem sempre seus médicos quando o diagnóstico for duvidoso ou quando não encontrarem melhoras em suas condições de saúde. Se autodiagnosticar pode ser muito perigoso porque, às vezes, uma doença grave pode parecer algo sem importância.PS: Alguns comentários, marcados com (*), foram incluídos com vistas a melhor esclarecer o leitor. SOBRE O AUTORDr. Peter AthertonMB Chb. D. Obst. RCOG. MRCGP.Graduado em 1968 pela Universidade de Leeds, após seis anos no Corpo Médico do Exército Real se tornou clínico geral. É atualmente Sócio Sênior de um Centro de Treinamento prático, com interesses especiais em dermatologia. Trabalhou três anos no departamento de Dermatologia de um hospital regional. Foram esses interesses, combinados com um grande conhecimento das qualidades das plantas medicinais, adquiridos enquanto servia no oriente e na Índia, que o levaram à fascinação pela Aloe Vera. Ele ministra diversas palestras sobre os aspectos medicinais da ALOE e é autor de "Aloe Vera Essencial", seu trabalho definitivo sobre o assunto. Além disso, é pesquisador da GIFTS of HEALTH e, freqüentemente, pesquisador temporário na Universidade de Green e Oxford.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

ALOE VERA, A 'PLANTA MILAGROSA'

Suas folhas são viscosas, pontiagudas e sua cor varia do cinza ao verde brilhante, passando pelo amarelo. Seu toque é suave, semelhante à borracha e o interior parece ser feito de geléia. Personagens importantes na história, como Cleópatra e Alexandre, o Grande, eram seus admiradores. Os índios americanos já a chamavam de varinha de condão celeste quando Cristóvão Colombo a descobriu, dando-lhe o nome de médico vegetal. Na Grécia antiga, suas aplicações curavam desde a dor de estômago até a queda de cabelo, passando pelas alergias, dores de cabeça, manchas na pele, queimaduras e ferimentos em geral. Cientistas soviéticos descobriram, recentemente, que ela é capaz de curar também congestão nasal.Conhecida há pelo menos três mil anos, somente, no último século é que a misteriosa e mágica babosa - chamada também de Aloe Vera - conquistou o interesse da ciência oficial. Hoje em dia, vários centros de pesquisa nos hospitais e na indústria cosmética estão trabalhando para conhecê-la e aplicá-la nas suas múltiplas funções.Pertencente à família das Liliáceas, da qual fazem parte a cebola, o nabo e os aspargos, a erva babosa apresenta-se em mais espécies, algumas delas sendo mais eficientes que outras. Suas aplicações, atualmente, embora não totalmente conhecidas, expandiram-se e abrangem problemas como a artrose, a acne, a úlcera e até cardiopatias.Há produtos no mercado norte-americano que prometem a cura do diabetes, do câncer e até da tuberculose.No entanto, as reconhecidas propriedades antiinflamatórias e antibacterianas da babosa ainda não foram testadas em seres humanos portadores dessas doenças. Em função disso, há uma divergência de opiniões entre os produtores e processadores da planta e o órgão federal americano FDA- Food and Drug Administration, responsável pelo controle da produção e comercialização de todos os produtos químicos à venda no território americano.Relatórios do FDA têm sido publicados recentemente, mostrando uma grande preocupação com a base científica de promessas envolvendo a cura de tais doenças. Pesquisa realizadas por vários especialistas são cada vez mais frequentes e parece estar surgindo um consenso científico bastante tranquilizador.A verdade é que, por ser considerada por muitos como a legítima panacéia universal, a babosa, ou os produtos que a têm como componente da fórmula vende como água no deserto, e o resultado de suas aplicações tem sido fantástico. Considerada pela comunidade cientifica como antibiótico, adstringente, coagulante, inibidora da dor e estimulante da regeneração dos tecidos e da proliferação das células, essa planta milenar vem conseguindo o respeito de todo o planeta. E, mesmo com toda a tecnologia do séc. 2O, ainda não se descobriu todo o seu potencial.A Aloe Vera nome pelo qual ela se apresenta em vários produtos cosméticos é constituída de 96% de água e de 4% de complexas moléculas de carboidratos. É essa água toda que a toma capaz de exercer o seu mais importante papel: o de penetrar profundamente em qualquer tecido e lá operar seus efeitos prodigiosos.Em sua composição foram identificadas inúmeras substâncias. Entre elas estão polissacarídeos contendo glicose, galactose e xilose, tanino, esteróides, ácidos orgânicos, substâncias antibióticas, enzimas de vários tipos, resíduos de açúcar, uma proteína com 18 aminoácidos, vitaminas, minerais, sulfato, ferro, cálcio, cobre, sódio, potássio, manganês e outras.A mistura de todos os ingredientes ativos na babosa obtida através da geléia que fica dentro da folha e é responsável pela amplitude do seu poder de cura. Por exemplo, uma das enzimas é capaz de destruir uma substância formada na inflamação, enquanto outra substância reage com as enzimas destrutivas e corrosivas, apressando a sua morte.A vitamina C, encontrada em grandes quantidade na babosa, ajuda a manter a saúde dos vasos sanguíneos, promovendo com isso uma boa circulação. O potássio, por seu turno, colabora para a manutenção do ritmo cardíaco, além de estimular as funções renais, o que faz da babosa uma verdadeira faxineira no seu corpo. O cálcio acelera a coagulação e a ativação das enzimas. O cálcio também é responsável pelo controle dos movimentos cardíacos. O sódio, trabalhando junto ao potássio, estabiliza o nível de hidratação do organismo. O manganês oferece condições para que as enzimas digestivas trabalhem com maior eficiência, impedindo à formação das dolorosas pedras no rim. Ele tem-se mostrado útil no tratamento da angina e também da trombose das coronárias. O ferro operando em equipe com as hemoglobinas, ajuda a transportar oxigênio para as células.
Estas são algumas das funções conhecidas da geléia da babosa no nosso organismo. Mas é interessante observar que essas substâncias só podem agir com tanta eficiência graças à capacidade que a Aloe Vera tem de penetrar nos tecidos, digerindo o tecido morto pela ação e suas enzimas e intensificando a proliferação normal das células. Há relatórios comprovando que a atividades das enzimas da babosa reduz e em alguns casos elimina cicatrizes, manchas do fígado, rugas, bolhas e outras marcas.Numa área afetada por alguma ação externa, como uma ferida ou uma mordida de cobra, por exemplo, os desintoxicantes naturais da babosa participaram do processo de cura pela inibição dos efeitos inflamatórios ou venenosos.Novamente, através do seu extraordinário poder de penetração, a erva reduziria o sangramento pela ação coagulatória, regenerando o tecido.No caso de atletas contundidos, ou machucados, a utilização da planta tem-se mostrado altamente eficaz, tendo-se registrado casos de restabelecimento em menos de 15 dias.
MÁ DIGESTÃO? SUCO DE BABOSA
As pesquisas americanas e soviéticas sobre a Aloe tem mostrado mais do que uma especifica capacidade de curar ferimentos e queimaduras superficiais. Elas indicam que a babosa é um aditivo alimentar ultra eficiente, capaz de resolver problemas como a úlcera e a má digestão.Numa das pesquisas, 2O indivíduos que sofriam de úlcera ingeriam uma dose de suco de babosa diariamente, durante um mês. No final do tratamento, todos estavam curados e não se teve notícia de nenhuma reincidência no prazo de um ano. Isto ocorre porque a babosa inibe a secreção do ácido hidroclorídrico no estômago, substância responsável pela irritação das paredes estomacais e o desenvolvimento da úlcera. Como vantagem adicional a babosa revelou não ter nenhum efeito colateral, ao contrário do que acontece com a maioria dos remédios à venda nas farmácias.Pessoas que passaram a ingerir uma quantidade qualquer de suco de babosa todos os dias disseram estar se sentindo mais regulares em suas funções intestinais, o que, por sua vez, provocou uma melhora sensível no estado geral da saúde.É claro que há o problema do sabor. Mas isso fica a critério de cada um. Dependendo da, aceitação, ela pode ser misturada a sopas, sucos de fruta, saladas, molhos e até frutos do mar. Use a sua imaginação.
UM REMÉDIO CONTRA A ARTROSE
A fantástica capacidade que a Aloe Vera tem de evitar e resolver problemas no nosso corpo se estende também aos corredores. A começar pela artrose, vimos que a ação das enzimas e lubrificantes de erva ajuda muito quando não é o fator determinante da cura, ou da melhoria. Mas a artrose não é o único problema que pode ser resolvido graças à presença da babosa no tratamento.Dores musculares, inadaptação ao frio, microfissuras ósseas, tendinites, bolhas nos pés, deslocamento de unhas e até o joelho atleta estão no repertório de milagres que a planta pode realizar, além de outros pequenos problemas.Depois de fazer uma assepsia no local do ferimento, diz um treinador americano, nós misturamos aspirina transformada em pó com geléia de babosa, e aplicamos na região afetada, a combinação faz com que a aspirina seja levada diretamente ao fluxo sanguíneo, devido à ação penetrante da planta, provocando um alívio em poucos segundos. Achamos que assim a aspirina funciona melhor (quando combinada com a babosa) pelo fato de não estar diluída.Outro método adotado tem sido o de resfriar a geléia para usá-la em conjunto com um produto chamado metil-salicilato, a fim de estancar o sangramento e a dor, muitas vezes associados à sobrecarga muscular a que se submetem os corredores.A geléia fria também pode ser utilizada na massagem, de regiões traumatizadas ou simplesmente, doloridas. Seja como for, a presença da geléia de babosa no tratamento de problemas artríticos, musculares ou epidérmicos (comuns em qualquer pessoa que pratique algum tipo de esporte) tem-se mostrado de grande utilidade.No tratamento da febre, que é quase sempre o sintoma de alguma inflamação, a aplicação de emplastros de geléia de babosa tem resultados altamente positivos. Pela dilatação dos vasos e conseqüente irrigação do sangue para a área afetada, há casos de febres que baixaram em algumas horas.Uma das pesquisas indicou uma capacidade, ainda não desvendada, de inibir o crescimento de vários tipos de bactérias, incluindo staphylocoecus e salmonela, ambas responsáveis por um sem número de doenças.Por outro lado, os usos da babosa no tratamento de queimaduras, ulcerações da pele e ferimentos estão bem documentados e provavelmente, estes são os efeitos mais conhecidos. O interesse científico se acentuou em tomo de suas propriedades por volta de 193O, quando as técnicas rudimentares de raios X provocavam, muitas vezes, queimaduras dolorosas que se transformavam em cicatrizes de grande extensão. A aplicação pura da geléia extraídas das folhas ocasionava um alívio imediato. Posteriormente, a geléia passou a ser usada como revestimento protetor aos efeitos das radiografias. Algumas pesquisas realizadas na época concluíram que, em alguns indivíduos, o tecido se recuperou de tal forma que, passadas cinco semanas, o estado geral era melhor que o anterior à aplicação dos raios X.Décadas mais tarde, instituições como a Comissão de Controle Nuclear do Governo dos Estados Unidos e o Departamento de Saúde afirmaram que o tratamento com babosa era 100% mais eficiente que os tratamentos convencionais utilizados para resolver problemas com radiação beta.Mas, evidentemente, as pesquisas sobre a planta não se restringiram aos cientistas americanos. Países como a União Soviética, o Egito e também o Brasil fizeram as suas incursões no terreno da especulação e pesquisa científica. Um médico russo afirmou que provavelmente a babosa previne contra a degeneração dos tecidos, retardando o envelhecimento. Uma das pesquisas relata um caso interessante: um operário russo, tendo mergulhado suas pernas até o joelho num recipiente de óleo aquecido, teve os tecidos totalmente, desfruídos. Imediatamente, foi-lhe aplicado um ungüento à base da erva, o que suprimiu a dor em poucos minutos. Após três semanas, ele estava com a pele totalmente, regenerada, pronto para voltar ao trabalho.As queimaduras solares, embora não sejam tão graves como o caso acima, podem tornar-se extremamente dolorosas. Uma aplicação imediata de geléia de babosa, ou mesmo do suco (que é mais líquido, mas não menos eficiente), tem sido a solução para muitas pessoas que se expuseram à luz solar além do tempo adequado. Ao invés de resolver o problema,muita gente prefere evitá-lo, passando na pele uma loção bronzeadora que contenha babosa em sua fórmula. Uma boa loção permitirá que 75% dos raios ultra?violetas cheguem até a sua pele, impedindo que mais de 90% dos raios infravermelhos o incomodem.No Egito, os médicos fizeram experiências com a calvície e obtiveram resultados excelentes. Alguns indivíduos tiveram a perda de cabelo totalmente paralisada e o crescimento de novos fios. Mas esta experiência não e uma novidade absoluta. Shampoos com babosa fazem parte do estoques de nossas farmácias desde a década de 6O. A novidade fica por conta do tratamento de seborréia, eliminada totalmente do couro cabeludo de todos os indivíduos que fizeram aplicações de geléia de babosa.Há vários séculos os índios mexicanos vem utilizando a babosa para dar brilho, força e maleabilidade aos cabelos. À noite, depois de molhar a cabeça, eles impregnam o cabelo com geléia e enxaguam somente no dia seguinte.Isso se deve ao fato de que a pele e o cabelo são levemente ácidos em sua composição - o que é uma defesa natural contra as bactérias que estão sempre em contato com essas partes. Como a babosa tem o mesmo fator pH do nosso corpo, ela prolonga a proteção contra as bactérias, além de ser antialérgica.Todas essas informações nos fazem crer que estamos diante de uma planta milagrosa, capaz de curar qualquer coisa, e rápido, e também deter o envelhecimento. Isso é verdade, mas só em parte. Ela pode, realmente, fazer alguns milagres em nós, mas não pode parar o tempo. Trabalhando em conjunto com os hidratantes e emolientes, a Aloe Vera, como é chamada no meio farmacêutico, pode reduzir bastante o ritmo degenerativo das células. Mas jamais fará com que você se tome jovem novamente.Em suma, há três aspectos fundamentais a serem ressaltados:
Capacidade de penetração nos tecidos sem isso, a babosa não seria o que é, e a água e os hidratantes não poderiam agir.
Capacidade de aumentar a circulação do sangue através disso, ela torna mais rápida a eliminação das células mortas e estimula o crescimento de células novas, provocando a reconstituição dos tecidos e a cicatrização.
Capacidade de gerar um revestimento protetor prevenindo contra o desenvolvimento de bactérias nocivas à saúde.
Afora estas propriedades principais, a babosa possui uma ação anti-séptica, impede a formação de acne e mantém poros desimpedidos. Ela tem sido usada também para dores internas, como músculos doloridos. cãibras e até artrose, com o objetivo de eliminar a dor resultante dessas afecções. Ingerida ou esfregada no local, há casos de pessoas que dentro de um mês, libertaram-se completamente da dor.Mas é na União Soviética que a babosa foi mais estudada em sua múltiplas facetas. No tratamento de problemas auditivos, por exemplo, descobriu-se que o extrato da planta aplicado diretamente no ouvido melhorou as funções auditivas significativamente, impedindo a destruição das fibras nervosas essenciais. Na tuberculose, os progressos foram ainda maiores.Setenta e cinco pacientes que sofriam de tuberculose fizeram inalações pela manhã e à noite. Depois de dois ou três dias, as radiografias mostraram que os seus pulmões já estavam apresentando sinais de melhora. Os pacientes tossiam menos, tinham menos dor no peito, o apetite aumentou e a temperatura voltou ao normal. Mais tarde, alguns cientistas americanos, ao estudarem os efeitos da babosa no tratamento da tuberculose, descobriram que a erva era capaz de inibir o crescimento também desta bactéria.No tratamento da anemia, os soviéticos inovaram, misturando à tradicional solução de ferro uma determinada quantidade de extrato de babosa. O processo a cura se apressou e o sabor da solução se tomou bem mais suportável. Descobriram que a babosa potencializava o efeito do ferro e reduzia a irritação das paredes intestinais.Na enurese noturna infantil, registrou-se que a babosa, também adicionada a uma solução de ferro, tinha efeitos miraculosos. Após um tratamento de injeções diárias, dosadas de acordo com a idade de cada criança, os sintomas desapareceram completamente. Além disso, desapareceram também os sintomas paralelos, como a palidez, irritabilidade e a perda de apetite.Outra contribuição soviética para a utilização da babosa foi registrada numa pesquisa sobre a congestão nasal crônica. Em dois testes separados, os médicos soviéticos experimentaram estratégias diferentes: as injeções e as gotas de extrato de babosa diretamente na mucosa. Em ambos os casos, todos os efeitos colaterais dos descongestionantes nasais convencionais foram suprimidos. No primeiro estudo, com 25 pacientes, cinco a seis gotas foram instiladas de duas a três vezes por dia em cada narina. Em 24 horas, todos os sintomas simplesmente sumiram. No segundo estudo, 15 pacientes com congestão nasal aguda receberam aplicações diárias de injeções durante 1O dias. Ao fim deste período, as dores de cabeça desapareceram. eles podiam respirar com bastante facilidade e houve um significativo decréscimo das secreções.Enfim, testemunhos e relatórios e pesquisas provenientes de todo o mundo parecem não faltar. Embora as aplicações externas sejam mais rápidas do que as internas, os resultados de ambas não deixam dúvidas sobre a real capacidade da erva misteriosa de operar verdadeiros milagres no corpo humano.E enquanto os cientistas discutem entre si a razão de tanto poder, a babosa continua sendo comercializada e aceita pelo grande público. Resta aos pesquisadores e médicos deste planeta chegarem a um consenso que possibilite o seu uso em larga escala, oficializando e documentando e, principalmente, cercado de fácil acesso.
OUTRAS DAS MIL E UMA QUALIDADESDA PLANTA QUE FAZ MILAGRES
QUEIMADURAS SOLARES
Uma imediata aplicação de suco, geléia ou ungüento de babosa proporciona alívio e reduz as complicações posteriores. Ou então, use uma loção bronzeadora que contenha babosa para evitar problemas.
QUEIMADURAS COM RAIOS X
O tratamento com babosa reduziu o tempo de recuperação de 5O%, em vários casos. Os lubrificantes da erva parecem diminuir ou eliminar - a área das cicatrizes.
COAGULAÇÃO
A presença do cálcio na composição da babosa é fundamental no processo de coagulação, além de regular os batimentos cardíacos. Sua função e reduzir drasticamente o tempo necessário à coagulação.
CABELOS
Embora nós já estejamos acostumados a ver shampoos com babosa em nossas drogarias e farmácias, não custa mencionar o fato de que os índios mexicanos a utilizam para dar banho, força e maleabilidade aos cabelos, através de aplicações diárias.
ACNE
A ação anti-séptica da babosa evita o entupimento dos poros, que é o responsável direto pelas espinhas e cravos, mantendo-os livres para respirar. Além de destruir bactérias, ela tem propriedades adstringentes; que podem impedir o aparecimento das cicatrizes.
CONGESTÃO NASAL
A babosa tem sido muito utilizada para combater a congestão nasal com excelentes resultados, provocando nos indivíduos em que foi inoculada - ou injetada - uma respiração mais fácil e uma redução sensível das secreções, além de eliminar por completo a dor de cabeça.