domingo, 22 de janeiro de 2012

30 receitas com soja

30 receitas com soja
1. Extrato de soja - leite de soja

Ingredientes
3 xícaras (chá) de grãos de soja escolhidos e sem lavar
4,5 litros de água
1 colher (chá) de sal
6 colheres (sopa) de açúcar


Modo de preparo
Ferver um litro e meio de água.
Colocar os grãos e contar cinco minutos a partir da nova fervura.
Escorrer a água e lavar os grãos em água corrente.
Colocar o restante da água (3 litros) para ferver, cozinhar os grãos por cinco minutos. Não descartar a água.
Quando estiver morno, bater os grãos e a água no liquidificador por três minutos.
Cozinhar a massa obtida em uma panela aberta por 10 minutos, reduzindo a chama após a fervura, mexendo sempre.
Quando estiver morno, coar em pano de algodão limpo e espremer bem, com o auxílio das mãos, através do pano.
O líquido filtrado é o extrato de soja (leite) e a massa restante, o resíduo ou "okara".
Levar o extrato novamente ao fogo e ferver por dois minutos.
Adicionar o açúcar e o sal ao extrato.
Para obter sabores diferentes basta acrescentar chocolate em pó, canela, baunilha, etc.



2. Soja frita

Ingredientes
1 xícara (chá) de soja escolhida e seca
3 colheres (sopa) de sal
2 litros de água
óleo de soja para fritura

Modo de preparo
Ferver um litro e meio de água e colocar os grãos e contar cinco minutos a partir da nova fervura;
escorrer a água e lavar os grãos em água corrente;
colocar os grãos de molho, por oito horas, em uma quantidade de água fria correspondente a três xícaras (chá);
transferir os grãos para uma peneira (tipo escorredor de macarrão) e descascá-los sob água corrente, esfregando-os entre as mãos, para separar as cascas;
cozinhar os grãos descascados por 15 minutos em panela aberta com três vezes o volume de água, Adicionando o sal. A contagem do tempo inicia-se após a fervura;
descartar a água do cozimento e escorrer os grãos em peneira;
secar os grãos escorridos sobre pano de algodão limpo ou toalha de papel;
colocar o óleo para aquecer em uma panela funda;
fritar os grãos até que a espuma formada desapareça e os grãos comecem a dourar;
retirar os grãos fritos, escorrendo o excesso de óleo e colocá-los sobre papel absorvente; e guardar a soja frita, em vasilha fechada.

Rendimento: aproximadamente 200g



3. Kinako - farinha de soja torrada e moída


Ingrediente
1kg de grãos de soja escolhidos


Modo de preparo
Colocar os grãos em uma assadeira rasa média e torrá-los em forno pré- aquecido, por 20 minutos em foogo baixo, mexendopara que não queimem, até que as cascas do grão soltem-se com facilidade.
Deixe os grãos esfriarem.

Moer os grãos em liqüidificador até a obtenção de farinha semelhante à farinha de amendoim. Armazenar a farinha em recipiente fechado.

Observação: Em forno de microondas, colocar ½ kg de grãos em um piréx médio e torrá-los na potência alta por aproximadamente seis minutos, mexendo de 2 em dois minutos.


4. Cereais com kinako

1/3 de xícara (chá) da fruta de sua preferência, picada
3 colheres (sopa) de aveia em flocos
2 colheres de kinako
4 colleres de flocos de cereais
1 colher de chá de uvas passas (opcional)
1/3 copo de leite de soja

Se necessário, adoçar

Modo de preparo
Colocar, em uma tigela, todos os ingredientes secos; adicionar o leite

Rendimento: Uma porção



5. Iogurte com kinako

Ingredientes
1/3 xícara (chá) da fruta de sua preferência, picada

1 colher (sopa) de kinako

1 copo de iogurte de soja de sua preferência

Se necessário adoçar


Modo de preparo
Colocar, em uma tigela, todos os ingredientes secos; adicionar o leite de soja.



6. Granola com kinako


Ingredientes

2 colheres (sopa) da granola de sua preferência

2 colheres de kinako

1 potinho de iogurte de soja ou ½ xícara (chá) de leite soja

1 colher (sopa) de açúcar


Modo de preparo

Colocar em uma tigela todos os ingredientes secos; adicionar o iogurte ou leite.

Observação: Se desejar, adicionar uma fruta de sua preferência, picada.

Rendimento: Uma porção



7. Mingau com kinako


Ingredientes

1 xícara de leite de soja

1 colher (sopa rasa) de amido de milho ("maizena")

1 colher (sopa) de açúcar

1 colher de kinako

Canela em pó


Modo de preparo
Em uma panela, adicionar o leite, o kinako, o açúcar e a "maizena"; Levar ao fogo para ferver, mexendo sempre para não empelotar; Cozinhar até ficar cremoso, despejar em uma tigela, polvilhar com canela em pó;

Servir quente.

Rendimento: uma porção



8. Arroz com kinaco


Ingredientes

2 xícaras (chá) de arroz cru, lavado e escorrido

8 Xícaras (chá) de leite de soja

3 xícaras (chá) de água

2 e ½ xícaras (chá) de açúcar

½ xícara de kinako

Canela em pó


Modo de preparo

Em uma panela, colocar as três xícaras de água e quatro xícaras (chá) de leite; levar ao fogo e, quando levantar fervura; adicionar o arroz previamente lavado e escorrido;

Quando o arroz estiver quase cozido, juntar o restante do leite, o kinako e o açúcar.

Assim que o arroz estiver cozido, retirar do fogo, transferir para uma vasilha e salpicar com canela em pó, a gosto.

Rendimento: aproximadamente 20 porções.



9. Farinha de soja

Ingredientes

Soja em grão - escolhidos e sem lavar

Modo de preparo

Adicionar a soja em água fervente, conforme descrito para o extrato de soja "leite de soja", e cozinhar por cinco minutos.

Escorrer bem os grãos e colocá-los para secar sobre um pano de algodão limpo e seco ou sobre papel toalha, por cerca de uma hora.

Torrar os grãos, no forno em fogo baixo por cerca de uma hora, mexendo sempre com o auxílio de colher de pau (como para torrar amendoim).

Triturar os grãos torrados no liquidificador ou em máquina de moer carne.

Peneirar a farinha obtida, utilizando uma peneira fina e, guardá-la em vasilha seca e tampada.



10. Hidratação da PVT (Proteína de soja texturizada) / "Carne" de soja

Ingredientes

1 xícara (chá) de PVT

2 xícaras (chá) de água fervente

Modo de preparo

Colocar a PVT em um recipiente (pirex) e cobrir com a água fervente.

Aguardar 10 minutos para a PVT absorver a água.

Escorrer a PVT em peneira (tipo escorredor de macarrão), retirando o excesso de água com o auxílio de uma colher, apertando-a contra a peneira.

Usar em refogados, molhos, e recheios como substituto da carne moída.

Obs.: A Proteína Vegetal Texturizada é também conhecida pela denominação de PTS (Proteína Texturizada de Soja).



11. Grãos cozidos

Ingredientes
2 xícaras (chá) de grãos de soja escolhidos, sem lavar
8 xícaras (chá) de água

Modo de preparo
Ferver três xícaras (chá) de água e, cozinhar os grãos por cinco minutos, contados a partir da segunda fervura.

Escorrer a água e promover o choque térmico, em água fria, lavando os grãos, como descrito para o extrato.

Escorrer a água e colocar a soja de molho com três xícaras (chá) de água fria, por oito horas, aproximadamente.

Escorrer os grãos e separar as cascas.

Cozinhar por uma hora em panela aberta, ou por 20 minutos em panela de pressão, adicionando uma colher (sopa) de óleo de soja.


12. Massa básica


Proceder a receita dos grãos cozidos completa e acrescentar o que segue:

Passar a soja cozida em máquina de moer carne, ou bater no liquidificador, adicionando um pouco da água de cozimento, até a obtenção de uma massa homogênea.

Obs: Esta massa pode ser guardada no freezer para ser utilizada em diferentes receitas.


13. Pão de resíduo


Ingredientes

Fermento

3 colheres (sopa) de fermento de pão ou um pacotinho de fermix

3 colheres (sopa) de açúcar

1 xícara (chá) de água morna

Massa

1/4 de xícara (chá) de óleo de soja

3 colheres (sopa) de açúcar

1 colher (sopa) rasa de sal

2 xícaras (chá) de resíduo de soja

5 xícaras (chá) de farinha de trigo


Modo de preparo

Fermento
Em um recipiente (bacia), dissolver o fermento com água e adicionar os demais ingredientes. Cobrir com plástico e, deixar em repouso para crescer, por 15 minutos.

Massa
Misturar ao fermento o resíduo, o açúcar e o óleo. Adicionar aos poucos, a farinha de trigo, trabalhando a massa até que os ingredientes se unam e a massa se desprenda dos dedos. Moldar os pães no formato desejado, dispor em formas untadas e polvilhadas com farinha de trigo, deixar crescer por uma hora e, assar por 30 minutos em forno pré-aquecido.



14. Torta de banana ou maçã



Ingredientes

12 bananas nanicas maduras

2 xícaras (chá) de farinha de trigo

2 xícaras (chá) de farinha de soja

1 xícara (chá) de açúcar

1 colher (sopa) de fermento em pó

150 g de margarina


Modo de preparo

Misturar o açúcar, as farinhas, o fermento e peneirar, juntar a margarina e preparar uma "farofa" esfregando os ingredientes com as mãos.

Untar uma assadeira com margarina e polvilhar com farinha de trigo.

Colocar metade da "farofa" e cobrir com as bananas cortadas em três partes (no sentido do comprimento). Cobrir com o restante da "farofa", sem apertar.

Polvilhar com canela em pó e, levar ao forno em temperatura média, por cerca de 25 minutos.


15. Almôndegas de soja


Ingredientes

Massa
2 e 1/2 xícaras (chá) de resíduo de soja

2 colheres (sopa) de farinha de trigo

2 colheres (sopa) de cheiro verde picado

1 colher (sopa) de cebola picada

sal (a gosto)

óleo de soja (fritura das almôndegas)

Molho

1 xícara (chá) de tomates picados sem sementes

2 colheres (sopa) de extrato de tomates

2 colheres (sopa) de cebola picada

2 colheres (sopa) de cheiro verde picado

3 colheres (sopa) de óleo de soja

3 xícaras (chá) de água

sal, alho e pimenta (a gosto)


Modo de preparo

Massa

Em um recipiente pequeno (bacia) misturar os ingredientes da massa, formar os bolinhos e, fritar em óleo quente.

Após a fritura, deixar as almôndegas sobre folha de papel absorvente.

Molho

Refogar em óleo quente o alho, a cebola e o tomate, mexendo sempre.

Acrescentar o extrato de tomate, o sal e a água.

Tampar a panela, abaixando o fogo após a fervura.

Cozinhar por cinco minutos.

Desligar o fogo e adicionar o cheiro verde.

Arrumar as almôndegas em uma travessa e cobri-las com o molho.

Servir em seguida.



16. Biscoitos casadinhos



Ingredientes

3 xícaras (chá) de farinha de trigo

1 e 1/2 xícaras (chá) de farinha de soja

250 g de margarina

1 xícara (café) de açúcar

Geléia de frutas para rechear


Modo de preparo

Preparar um creme com a margarina e o açúcar, misturar as farinhas até formar uma massa. Abrir a massa com o auxílio de um rolo.

Cortar a massa em rodelas, dispondo-as em assadeiras sem untar e levar ao forno em temperatura média para assar.

Os biscoitos deverão ser retirados do forno bem clarinhos.

Esperar esfriar, passar geléia nas rodelas e uni-las uma a outra.



17. Maionese de soja


Ingredientes

1 xícara (chá) de extrato de soja "leite" gelado

1 colher (sopa) de caldo de limão

1 colher (chá) de sal

5 azeitonas picadas

1/4 de cebola picada

Óleo de soja gelado


Modo de preparo



Adicionar todos os ingredientes, com exceção do óleo, no copo do liquidificador e bater.

Adicionar o óleo, bem devagar, no centro da massa até atingir uma consistência firme, quando ocorre o fechamento do "furo" no centro da maionese e o liquidificador não consegue mais bater.



18. Esfihas de resíduo e PVT

Ingredientes

Massa

2 xícaras (chá) de resíduo de soja

3 colheres (sopa) de fermento para pão

6 xícaras (chá) de farinha de trigo

2 colheres (sopa) de açúcar

2 colheres (chá) de sal

1/2 copo de óleo (150 ml)

1/2 copo de água morna



Recheio

1 xícara (chá) de PVT

2 xícaras (chá) de água fervente

3 tomates sem sementes

2 colheres (sopa) de óleo de soja

1 cebola picada

2 dentes de alho

1 colher (sopa) de extrato de tomate

Cheiro verde

Modo de preparo

Massa

Dissolver o fermento em água morna. Juntar o açúcar, o sal, o óleo e o resíduo.

Adicionar aos poucos a farinha de trigo e amassar.

Formar bolinhas, com a massa obtida, e deixá-las sobre uma superfície limpa.



Recheio

Hidratar a PVT, com as duas xícaras de água quente, por aproximadamente 10 minutos.

Espremer a PVT, numa peneira (tipo escorredor de macarrão), para retirar o excesso de água.

Refogar o alho e a cebola no óleo já aquecido e adicionar o extrato de tomate.

Juntar os tomates picados (miúdos) e a PVT hidratada.

Por último acrescentar o cheiro verde.



Preparo das esfirras

Abrir as bolinhas da massa na palma da mão.

Rechear com o PVT previamente preparado.

Fechar as esfirras na forma de um triângulo.

Colocar as esfirras em assadeiras previamente untadas e polvilhadas com farinha de trigo.

Assar em forno pré-aquecido, em temperatura média.



19. Salada se soja

Ingredientes

2 xícaras (chá) de grãos de soja cozidos

3 tomates sem sementes picados

1 pimentão verde picado

1 pimentão vermelho picado

2 cebolas médias picadas

Cheiro verde, sal, azeite de oliva e suco de limão (a gosto).



Modo de preparo

Cozinhar os grãos conforme a receita básica.

Deixar esfriar e misturá-los com todos os ingredientes.

Levar à geladeira e servir quando estiver bem fria.



20. Arroz doce


Ingredientes

2 xícaras (chá) de arroz cru, lavado e escorrido

8 xícaras (chá) de extrato de soja

3 xícaras (chá) de água

4 colheres (chá) de casca de limão ralada

2 e 1/2 xícaras (chá) de açúcar

1 colher (chá) de sal

Canela em pó


Modo de preparo

Colocar três xícaras (chá) de água e quatro xícaras (chá) de extrato de soja "leite de soja" para ferver.

Quando estiver fervendo adicionar as duas xícaras (chá) de arroz previamente lavado e escorrido.

Quando o arroz estiver quase cozido, juntar o restante do extrato de soja, o açúcar, o sal e as raspas de limão.

Quando o arroz estiver bem cozido, retirar do fogo, transferir para um recipiente (pirex) e, salpicar canela em pó.

Servir morno ou gelado.



21. Massa de empadão com resíduo de soja


Ingredientes

3 e 1/2 xícaras (chá) de farinha de trigo

1 xícara (chá) de resíduo de soja

1 xícara (chá) de maionese de extrato de soja



Modo de preparo

Misturar a maionese com o resíduo e adicionar a farinha de trigo, até formar uma massa homogênea.

Estender a massa, de modo a forrar o fundo e os lados de uma assadeira de tamanho médio, reservar um pouco da massa para a cobertura.

Rechear, cobrir o empadão com o restante da massa e pincelar com óleo

Assar por 20 minutos e servir quente.

Obs.: Essa massa pode ser utilizada para o preparo de empadinhas.

Recheio

2 xícaras (chá) de PVT seca

1 lata de ervilha ou milho verde

4 colheres (sopa) de óleo

3 colheres (sopa) de massa de tomate

Pimenta do reino (a gosto)

1 cebola pequena picada

Cheiro verde picado

Sal (a gosto)



Modo de preparo

Preparar a PVT conforme já descrito em receita anterior.

Refogar em óleo quente a PVT, os temperos e a ervilha ou o milho verde.

Esperar esfriar para rechear.

Para enriquecer, juntar ao recheio duas colheres de sopa de requeijão cremoso.



22. Rissoles de milho


Ingredientes

Massa

100 g de margarina

2 xícaras (chá) de resíduo de soja

2 xícaras (chá) de extrato de soja

5 xícaras (chá) de farinha de trigo

Recheio

3 xícaras (chá) de milho verde

1/2 litro de extrato de soja

3 cebolas raladas

2 colheres (sopa) de margarina ou óleo

3 colheres (sopa) de maisena

Cobertura

2 xícaras (chá) de farinha de rosca



Modo de preparo

Massa

Levar ao fogo a margarina, quando estiver derretida, adicionar a farinha de trigo e torrar levemente.

Adicionar o resíduo

Misturar até soltar do fundo da panela.

Retirar a massa. Colocá-la em um prato para esfriar e reservar.



Recheio

Bater no liquidificador uma xícara (chá) de milho verde com o extrato de soja.

Coar a massa líquida obtida em peneira e reservar.

Levar ao fogo a margarina e, refogar a cebola, os temperos e o restante do milho.

Juntar ao refogado o líquido coado, misturando sem parar.

Dissolver a maisena em água fria e adicionar ao "mingau" da panela, misturando sempre. Cozinhar até engrossar.

Após o cozimento, deixar esfriar, um pouco, para rechear os pastéis.



Montagem

Abrir a massa sobre uma superfície lisa e polvilhada com farinha de trigo.

Dispor o recheio e dobrar a massa.

Cortar a massa recheada e dobrada com auxílio de um cortador, ou com a boca de um copo.

Pincelar os rissoles com óleo e, a seguir, passar na farinha de rosca.

Fritar em óleo quente.



23. Torta de mandioca


Ingredientes

1 quilo de mandioca

1 xícara (chá) de resíduo de soja

1 xícara (chá) de cebolinha verde picada

1 xícara (chá) de salsinha picada

1/2 xícara (chá) de cebola picada

4 colheres (sopa) de margarina

1 colher (café) de açúcar



Recheio

300 g de PVT hidratado

5 dentes de alho

1/2 cebola picada

1/2 xícara (chá) de óleo

20 azeitonas picadas

1/2 xícara (chá) de cheiro verde picado

Sal (a gosto)



Modo de preparo

Recheio

Refogar em óleo quente a PVT previamente hidratada, juntamente com o sal, o alho e a cebola picados.

Acrescentar o cheiro verde picado.

Deixar cozinhar e, quando estiver com pouco caldo retirar do fogo e reservar.



Massa

Cozinhar a mandioca.

Esfriar, retirar os talos fibrosos e, amassar com garfo.

Adicionar o cheiro verde, a margarina e o resíduo.

Amassar bem até a mistura completa dos ingredientes.

Num recipiente (pirex) previamente untado com margarina, abrir a metade da massa.

Rechear com o PVT refogado.

Cobrir com o restante da massa, pincelar com óleo.

Levar ao forno para dourar.

Servir quente ou frio.



24. Macarrão com farinha de soja


Ingredientes

3 xícaras (chá) de farinha de trigo (400g)

1 xícara (chá) de farinha de soja

1 banana

1 colher (café) de sal

1 colher (sopa) de óleo de soja

150 ml (1 copo americano) de água morna



Modo de preparo

· Em um recipiente fundo (bacia) adicionar as farinhas de trigo e soja previamente peneiradas, a banana e a amassar com o auxílio das mãos;

· adicionar o sal, o óleo, e a água morna aos poucos e, continuar amassando até se obter uma liga completa da massa, ou seja quando não mais ficar resíduo de massa aderido às mãos;

· cortar a massa em porções;

· cilindrar, em máquina manual própria para massas, por três vezes consecutivas, iniciando pela regulagem "grossa" do cilindro e passando, em seguida, pelas regulagens intermediária e fina;

· espalhar a massa sobre uma superfície lisa (pedra mármore ou mesa de fórmica) polvilhada com farinha de trigo;

· salpicar farinha de trigo sobre as porções de massa já abertas e deixar secar;

· cortar a massa no cilindro de escolha (espaguete ou talharim) da máquina manual. O ponto de corte da massa se dá quando as bordas começam a levantar-se. A massa não deve ser cortada muito seca;

· depois de cortada a massa, espalhar as tiras de macarrão sobre uma superfície lisa (pedra mármore ou mesa de fórmica) polvilhada com farinha de trigo;

· deixar secar totalmente, ou se preferir cozinhar em seguida como massa tipo "fresca".



Cozimento do macarrão

· Em uma panela funda colocar água (suficiente para o cozimento de 500g de macarrão) para ferver e adicionar ½ colher (sopa) de sal e ½ colher (sopa) de óleo de soja;

· após levantar a fervura adicionar as tiras de massa cortadas;

· quando levantar a fervura novamente contar de 3 a 4 minutos, nesse ponto o cozimento do macarrão será "ao dente", ou seja com uma consistência mais firme.



Rendimento: aproximadamente 500g ou 4 porções



25. Vitamina de banana



Ingredientes

3 bananas maduras

1 colher de açúcar

1 litro de extrato de soja



Modo de preparo

Bater todos os ingredientes no liquidificador.



Obs: as bananas podem ser substituídas por melancia, melão ou maçã.

Rendimento: aproximadamente 1 litro.



26. Tofu - "queijo de soja"



1 ) Pesar 1 kg de grãos de soja, lavar com água de torneira e escorrer. Em seguida, colocar os grãos lavados em um recipiente e adicionar água filtrada até cobri-los e deixar de molho por uma noite (8-10 horas) em temperatura ambiente.

2) Escorrer a água do molho, enxaguar os grãos e escorrer a água.

3) Transferir os grãos para um liquidificador, adicionar 8 litros de água e liquidificar. Como os liquidificadores domésticos têm uma capacidade pequena, essa operação pode ser feita em diversas etapas, tomando-se o cuidado de manter a proporção de grãos e água e, ao final do processo, juntar todas as porções.

4) Transferir a mistura obtida para uma panela de alumínio grossa e cozinhar por 10 minutos numa temperatura de 95-100ºC, mexendo sempre para não pegar no fundo da panela.

5) Deixar esfriar e coar em tecido de trama fina ou em tecido próprio para coar coalho de leite de vaca - "pano de queijo".

6) Separar a porção líquida "leite de soja" obtida e medir o volume.

7) Preparar o agente coagulante - sulfato de magnésio (sal amargo). Para cada litro de leite de soja, dissolver uma colher de sobremesa rasa de ½ copo de água morna.

8) Adicionar a solução coagulante ao leite também morno (75-80ºC), agitando com uma colher para misturar bem o agente coagulante ao leite de soja.

9) Deixar o leite coagular e, após a formação do coágulo (tofu), esperar de 15 a 20 minutos sem mexer.

10) Transferir o coágulo para uma forma (caixa de metal ou madeira) perfurada e forrada com um tecido de malha fina e úmido. Cobrir com uma tampa também perfurada e que se encaixe no interior da forma. Prensar a forma com pesos homogeneamente distribuídos sobre a tampa durante 15 a 20 minutos.

11) Colocar a forma contendo o tofu prensado dentro de um recipiente (bacia) contendo água gelada e deixar por 5 minutos. A seguir, tirar da fôrma removendo o pano.

12) Cortar o coágulo obtido (tofu) em pequenos pedaços (cubos) e colocá-los em um recipiente contendo também água gelada. Deixar os cubos na água gelada por 1 hora.

13) Armazenar em geladeira os cubos de tofu em recipiente hermeticamente fechado (tipo "tupperware") com água gelada. Os cubos de tofu podem ser também armazenados em sacos plásticos selados em seladora elétrica ou tipo "zip loock" contendo também parte da água gelada do item anterior (12). Obs.: conservar sempre em geladeira (2-4ºC)



ATENÇÃO: Como agente coagulante pode ser utilizado também o Cloreto de Cálcio (CaCl2), na mesma proporção recomendada para o Sulfato de Magnésio (sal amargo).



27. Bolachas de soja



Ingredientes

1 xícara (chá) de margarina

2 bananas

1 e meia xícara (chá) de açúcar

1 xícara (chá) de farinha de soja

1 xícara (chá) de coco ralado

3 xícaras (chá) de polvilho doce



Preparo

Bater na batedeira a margarina, as bananas e o açúcar até formar um creme. Misturar a farinha de soja com o coco ralado ao creme, misturar bem e ir adicionando o polvilho doce até formar uma massa homogênea. Abrir a massa com o rolo e cortar os biscoitos no formato desejado. Colocar em forma untada e polvilhada com farinha de trigo, assar em forno baixo por mais ou menos 10 minutos.

Rendimento: 120 unidades



28. Colomba pascal



Ingredientes

Fermento

½ xícara (chá) de farinha de trigo

¼ xícara de (chá) de leite de soja morno

1 ½ colher (sopa) de açúcar refinado

2 tabletes (15g cada) de fermento biológico

1 pitada de sal



Massa

1 ½ xícara (chá) de farinha de trigo

½ xícara (chá) de farinha de soja

½ xícara (chá) de mistura para panetone (pamix)

¼ xícara (chá) de leite de soja (morno)

1 banana

1 xícara (chá) de frutas cristalizadas

½ xícara (chá) de uvas passas



Modo de preparo

Fermento

Preparar o leite de soja conforme a receita básica ou a partir do leite de soja em pó (encontrado no comércio), de acordo com a receita descrita na embalagem;

Adicionar, em um recipiente (Tupperware) com tampa, o leite de soja (morno) e o fermento;

Desmanchar o fermento;

Acrescentar o açúcar, o sal e a farinha de trigo;

Misturar bem os ingredientes; e

Tampar o recipiente, deixar em repouso por aproximadamente 15 minutos para que ocorra desenvolvimento do fermento.



Massa

No recipiente (tigela) da batedeira, adicionar o Pamix, a banana;

Bater bem até obter um creme homogêneo;

Desligar a batedeira e acrescentar o fermento já desenvolvido, o leite de soja (morno) e as farinhas de trigo e soja, misturadas e peneiradas previamente;

Misturar os ingredientes com auxílio das mãos;

Acrescentar as frutas cristalizadas e as uvas passas e misturar, também, com auxílio das mãos;

Dividir a massa em quatro porções iguais;

Modelar as quatro porções de massa na forma de bolas, do mesmo tamanho;

Distribuir as quatro porções (bolas) de massa na forma papel, própria para a colomba pascal;

Cobrir com pano de algodão limpo;

Deixar a massa crescer até o dobro do seu volume;

Levar ao forno, pré-aquecido, e assar em temperatura média por, aproximadamente , 40 minutos.



Cobertura

Depois de esfriar, a colomba pode ser confeitada com diferentes coberturas como exemplo: açúcar, chocolate ou foundant.



29. Ovo de páscoa



Ingredientes

1kg de chocolate meio-amargo em barra

200 g de kinako (grão de soja torrado e moído)

3 colheres de sopa de flocos de arroz



Modo de preparo

Em recipiente refratário, derreta o chocolate por aproximadamente 4 minutos no forno de microondas. Retire do forno e mexa até dissolver todo o chocolate. Pegue outra vasilha e coloque água com gelo. Coloque a vasilha do chocolate derretido na água gelada e mexa até voltar a temperatura ambiente.

Retire a vasilha da água gelada, acrescente o Kinako e o flocos de arroz. Mexa até misturar. Coloque na forma de ovo ou de bombom a primeira camada e leve ao congelador por alguns minutos. Retire e faça a segunda camada dando o acabamento nas bordas.



Rendimento: 2 ovos de 600g

Tempo de preparo: 1 hora



30. "Queijo” de soja (tipo ricota)



Ingredientes

3/4 de xícara (chá) de suco de limão;

sal a gosto (grosso ou fino);

4 xícaras (chá) de grãos de soja, deixados de molho no dia anterior.



Modo de preparo

Bater a soja no liquidificador - para cada xícara (chá) de grãos de soja utilizar 4 xícaras (chá) de água potável (filtrada);

coar num pano de algodão e, levar ao fogo o "leite" obtido;

quando ferver, diminuir o fogo e acrescentar aos poucos o suco de limão e não mexer mais;

deixar em fogo brando até o coágulo obtido subir à superfície e, formar uma "massa" ligada, firme e rígida;

despejar a massa (coágulo) num pano de algodão sobre uma peneira;

lavar com água fervendo por tres vezes;

- acrescentar o sal e despejar o coágulo numa forma plástica (própria para queijo), forrada com pano de algodão fino ("pano de queijo");

deixar escorrer por uma noite, prensando;

retirar da forma e armazenar em refrigerador.



Obs.: Não é necessário deixar o "queijo" de soja em água gelada, como normalmente é feito com o tofu.



O "queijo" obtido tem a textura semelhante à do queijo tipo ricota.

Adicionar todos os ingredientes, com exceção do óleo, no copo do liquidificador e bater.

Adicionar o óleo, bem devagar, no centro da massa até atingir uma consistência firme, quando ocorre o fechamento do "furo" no centro da maionese e o liquidificador não consegue mais bater.

IMPOTÊNCIA SEXUAL

Impotência 

É um sentimento que todos nós já sentimos, ao menos alguma vez na vida. Mas aqui trata-se de Impotência Sexual.
Interessante é que, sem que se o diga expressamente, já todos o perceberam e assumiram como um problema dos homens… Esse é um factor que agrava estas situações.
Refiro-me ao Preconceito Social, às “convenções” que padronizam as exigências de “performance” dos homens (e sobretudo dos candidatos a homens, os jovens), estigmatizando as falhas.
Dizem os entendidos que 70% dos casos de impotência se devem a problemas ou condicionantes de ordem física e 30% se devem a factores psicológicos.
Curiosamente, quando se tem em conta as faixas etárias, observa-se que a relação 70% - 30% se inverte completamente no caso dos jovens. Nestes, só cerca de 30% ou menos dos que “falham” é devido a problemas físicos e mais de 70% dos que “falham” é devido a problemas psicológicos; à interiorização dos tais preconceitos, ao medo de falhar…
Raio de preconceito que tantos problemas causa… Digo eu!

Desta mesma “família”, temos também as situações devidas a problemas decorrentes da convivência social, ou profissional, e dos relacionamentos inter-pessoais.
A especialidade deste blog não é “tratar” problemas psicológicos ou decorrentes de problemas sociais. Na verdade, para além duns chazinhos para descontrair e duma boa dose de auto cura, provavelmente a melhor solução para esses casos é “sentar a um canto e esperar que a crise passe”.
Estou a exagerar, é claro! “Sentar a um canto” não é solução para o que quer que seja; já uns bons passeios, a pé, por algum local calmo e agradável são capazes de ajudar bastante.

Resumindo, no dizer dos brasileiros, significa “dar um tempo” e descontrair, “partir para outra”(s) ocupações, distracções e pensamentos.

Vamos então ao lado da questão que nos interessa:
A maioria dos problemas físicos que provocam impotência são adquiridos pelo desgaste da vida e são originados por medicamentos.
Há ainda os que são devidos ao excessivo sedentarismo (ou à excessiva obsessão do culturismo e da adrenalina); e ainda há os que são provocados pelos maus hábitos alimentares ou vícios.
Os medicamentos que, comprovadamente, estão na origem de muitos destes casos são:
-- medicamentos para hipertensão (referem-se especificamente os que contêm espironolactona e os diuréticos, estes últimos por baixarem muito os sais minerais reduzindo a capacidade física);
-- medicamentos anti-depressivos e ansiolíticos (é referida a fenotiazina e os beta-bloqueadores);
-- medicamentos para problemas gastro-intestinais (cinetidina);
-- medicamentos para alergias;
-- tratamentos dos problemas da próstata…;
-- problemas de diabetes e colesterol alto, etc.

Também há situações decorrentes de problemas cardio-vasculares: insuficiência venosa e má circulação; tudo coisas para cujo tratamento há produtos naturais excelentes e com muito menos (ou nenhuns) efeitos secundários... pelo menos deste tipo.
Temos ainda as situações provocadas pelos vícios: de fumar, de beber demais, de comer mal (comer só, e em grande quantidade, coisas que fazem mal), toxicodependências, obsessão pela adrenalina (que pode dificultar a produção de testosterona).

Para se perceber o quanto estas situações podem ser frequentes e a grande quantidade delas que não têm qualquer importância (se o próprio não lha der, agravando), faço notar que algumas se devem a problemas que provocam instabilidade emocional, normalmente tratada com anti-depressivos e ansiolíticos, e que estes fazem parte dos medicamentos “culpados”; isto é: que provocam impotência. Portanto, em casos de estresse, ansiedade ou instabilidade emocional, mesmo que devida a problemas sociais, (que não podemos resolver aqui) beba uns chazinhos e dê uns passeios que curam mais depressa e não provocam impotência, bem pelo contrário: ajudam a tratar.

Também há uma infinidade de casos provocados pelos diuréticos…
Pois é! Mas uma grande parte dos anti inflamatórios, que se usam até para tratar uma gripe vulgar, uma distenção muscular e por aí fora, são diuréticos e têm probabilidade de provocar alguma situação pontual destas.
Se o próprio não ligar importância, não interiorizar complexos e preconceitos tolos, a crise passa rapidinho e não deixa sequelas; se não, pode ser “pior a emenda do que o soneto”, porque passa a “problema psicológico”, a trauma (os tais que não são a “nossa especialidade”).

Portanto, qualquer que seja o seu problema de saúde, explore bem as possibilidades de tratamentos naturais, antes de se “enfrascar” em medicamentos que tratam um problema e provocam dois.
A cavalinha (equisetum arvense), por exemplo, é um bom diurético e também é remineralizante (repõe os sais minerais). Há outras plantas com essas características.

Desfaça-se dos vícios que, a longo prazo, lhe destroem a saúde e causam sequelas também desta natureza.
Aprenda a comer e a cuidar da sua saúde por essa via. O bem-estar físico é duma importância vital nesse tipo de coisas.
Desfaça-se do sedentarismo, inclusive no que respeita a actividades intelectuais e de socialização

Eis uma lista, resumidíssima, de plantas que podem ser usadas para recuperar a auto-confiança e não só. Use doses reduzidas, cujos efeitos demoram mais mas são mais eficazes e evitam as contra-indicações:
Hipericão, Damiana, Alecrim, Guaraná, Ginseng, Manjericão, Pau de Cabinda

Há quem use, nesses casos, "soluções" mais radicais: o consumo de mosca azul mexicana, ou de algum batráquio que delas se alimente, pode provocar até erecções dolorosas...

A Cultura e a Civilização Como Fatores Sanitários


Tem-se considerado, insistentemente, a cultura e a civilizaçâo como causas de numerosas enfermidades, antes de ter chegado, finalmente, criaçâo de conceitos como a praga da cultura e doenças da civilizaçâo;. Hoje em dia, compreendem estas expressões, tanto na literatura técnica como na popular sobre problemas sanitarios, uma série de enfermidades do metabolismo e da nutrição, como a cárie dentária, a periondontose, a ùlcera de estômago, a diabetes, a obesidade, as doenças, do fígado, vesímcula, rins, coraçâo e vasos, assim como o reumatismo, o câncer e a tuberculose.
Um observador superficial poderia tirar a conclução de que a cultura e a civilizaçao coisas não desejáveis e, inclusive, francamente prejudiciais. Desde alguns anos até agora, exagerando a realidade, aumentam as vozes dos que atribuem á cultura e civilização mais inconvenientes do que vantagens para o homem, para o qual situam a cultura e a civilização muito longe da Natureza, pondo-as até em contradição com esta última.
Cultura e incultura
Toda a autêntica cultura exige, previamente, determinado estado de fé. Tanto nos aspectos material como espiritual, tal estado de fé manifesta-se mediante a convicção de a pessoa poder conhecer-se amplamente e desenvolver-se partindo das próprias possibilidades, mediante um trabalho entusiasta.
No aspecto espiritual, trata-se da convicção referente a normas e valores morais que se têm de alcançar e pôr em prática. Quer dizer: vivificar-se. ,Ter cultura,, significa conseguir o domínio sobre si mesmo, sobre as mas inclinações e paixões. E a formação de um caráter firme e moral, um anelo mais para lá da vida, uma ponte entre o que os nossos sentidos captam e não captam, o passo para a eternidade. A cultura é, pois, coisa do coração. Como é que tal coisa pode levar a »pragas da cultura»?
Mas, continua a ser para nós a cultura coisa do coração? Ortega & Gasset afirmou que o homem europeu ja não acredita em nenhuma norma ética. No centro do seu modo de vida encontra-se a preocupação de viver sem peias morais. A sua posição perante a vida parece resumir-se no seguinte: julga ter todos os direitos e nem um só dever. É, por conseguinte, a «incultura» do europeu o que provoca essas tais «pragas da cultura». A incultura torna-nos doentes. Opõe-se á Natureza e perturba a obra de Deus.
Embora hoje muitos homens se esqueçam de procurar o bem, a verdade, a cultura, isso não quer dizer que se tenham esquecido de os valoriz ar e reconhecer quando se manifestam nos outros homens, de uma forma pura e desinteressada. A cultura e o progresso autênticos têm de ser aceitos no quadro das possibilidades naturais como missões impostas por Deus, pois que por elas se conhece e adora o Criador e não as Suas criaturas.
A Civilização, Cultura Organizada
A civilização, pelo contrario, é apenas uma parte da cultura, exatamente o seu aspecto técnico. É componente essencial da cultura, necessaria para poder levar a efeito as suas idéias e teorias. A civilização é um produto da razão, um instrumento de que o homem se serve, um meio para alcançar um fim, por isso muito diferente, porque leva consigo o perigo de que os homens não a dominem, mas sejam dominados por ela. Involuntariamente, pensa-se na «vida burguesa» quando se ouve a palavra «civilização», precisamente porque procede do vocábulo latino «civis» (homem da cidade, do burgo). Todas as circunstãncias precisas para a forma de vida de uma comunidade humana, como a legislação, administração, organismos sociais, técnicas, reforma das condições naturais de trabalho, vida e alimentação, a industrialização e a concentração urbana consequente, são obra da civilização.
Se nos perguntarmos quais são os efeitos da civilização sobre a sáude do homem, não podemos deixar de reconhecer que, juntamente com os numerosos efeitos positivos e a ampliação do espaço vital, trouxe ela consigo uma longa sirie de graves prejuízos, que temos de enfrentar racionalmente, do mesmo modo que racionalmente fomos criando a civilizaçâo. É aqui que começa precisamente a nossa tarefa. Importa conhecer, em primeiro lugar, os danos que a nossa existência civilizada ocasionou ` nossa sáude, a cada um de nós. Em segundo lugar, poremos a questão de como preveni-los ou compensa-los.saude atraves da alimentação

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Deixe de usar roupas apertadas e tenha saúde

Deixe de usar roupas apertadas e tenha saúde Você vira de costas e olha o bumbum no espelho: perfeito, sem nenhuma sobra de tecido. Nas pernas, a mesma coisa, coxas e penas desenhadas dentro da sua calça jeans. Com ou sem strecht, o modelo ideal deve se ajustar perfeitamente ao corpo, como se tivesse sido costurado nele. A vaidade, no entanto, pode custar mais caro do que você imagina. "Roupas apertadas, principalmente as confeccionadas em tecidos grossos, podem prejudicar a circulação sangüínea e causar, além de dores, varizes", afirma o médico angiologista Augustus César de Araújo, de Brasília. É o caso do jeans: mesmo com elástico, ele comprime o corpo e prejudica a passagem do sangue.
Mas os problemas não param por aí. Dificuldades de digestão e de respiração, cansaço fora do normal e problemas ligados aos órgãos sexuais são alguns dos riscos que você corre ao privilegiar as peças justas no guarda-roupa. Os prejuízos envolvem várias áreas da saúde, como mostram os especialistas entrevistados pelo MinhaVida: além do angiologista, atente às dicas do dermatologista Gilvan Alves, de Brasília, da nutricionista do MinhaVida Karina Gallerani, e do ginecologista Odair Albano, do Hospital Maternidade de Campinas.
1. Circulação sob risco. As roupas apertadas podem dificultar o retorno do sangue venoso, que passa muito tempo nos membros inferiores. Essas roupas geram compressões, ao longo da perna e na região abdominal, sem uma graduação adequada.
2. Varizes. Elas prejudicam principalmente as mulheres. Isso porque a progesterona, um dos hormônios femininos, causa a dilatação das veias além do calibre normal. Dados da Organização Mundial da Saúde indicam que 17% da população sofrem com problemas vasculares, as varizes entre eles. Quando você usa roupas apertadas, prejudica sua circulação, aumentando as estatísticas. Principalmente se há casos de varizes na sua família ou se você toma algum tipo de contracepção hormonal, prefira peças mais larguinhas.
3. Celulites. Não é que as roupas apertadas causem celulites. Mas elas retardam o tratamento ou favorecem o surgimento dos furinhos. Quando há formação dos nódulos de gordura, causadores de celulite, a circulação sangüínea fica prejudicada nessas regiões. Se você usa roupas apertadas, prejudica ainda mais a passagem do sangue, agravando o quadro. Ou seja, a celulite de grau 1 evolui para grau 2 e assim por diante.
4. Respiração. Roupas muito apertadas ou um cinto ajustado demais prejudicam a passagem de ar pelo seu corpo. Resultado: você pratica a chamada respiração curta na maior parte do dia, ou seja, a inspiração só chega até a parte alta do tórax. Com isso, as trocas gasosas não acontecem de maneira eficiente e seu corpo acumula mais gás carbônico, que é tóxico e acelera a oxidação das células, provocando o envelhecimento. A respiração curta deixa o cérebro mal oxigenado, dificultando a concentração e trazendo ansiedade: portanto, livre-se das roupas apertadas quando precisar de calma.
5. Dores nas costas. Acha que não tem nada a ver? Então compare, marcando suas sensações por dois dias seguidos. Num, use uma combinação bem justa e, no outro, escolha um modelo que deixe seu corpo bem à vontade. A diferença é notável: vestindo peças que restringem seus movimentos, você é obrigado a sobrecarregar os músculos e as vértebras para realizar atividades que, normalmente, nem exigiriam tanto esforço. Com o quadril comprimido, sua coluna sofre para dar suporte aos movimentos. O mesmo vale para as camisas que impedem os braços de se mexerem: por causa disso, os ombros encerram o dia com uma sensação de peso e, às vezes, até ardência e formigamento.
6. Digestão. O problema, neste caso, deve-se principalmente às calças e cintos que apertam demais sua barriga. Após as refeições, seu estômago dilata-se (é nele onde ocorre parte da digestão, graças à ação dos ácidos presentes ali). No entanto, a pressão das roupas pode fazer com que os ácidos do estômago refluam para o esôfago, causando azia e refluxo.
7. Saúde sexual. Entre as mulheres, o uso de roupas apertadas pode favorecer o corrimento. Com a umidade e a temperatura alta, a região genital torna-se propícia ao desenvolvimento de fungos e bactérias que podem causar doenças como a candidíase. Nos homens, o risco em vestir calças e cuecas apertadas demais está em afetar a quantidade e a qualidade dos espermatozóides produzidos, além de causar dor nos testículos.
Nota: Há um século, Ellen White escreveu: "Parte alguma do corpo deve jamais ficar mal-acomodada por meio de roupas que comprimam qualquer órgão, ou restrinjam sua liberdade de movimento. As roupas de toda criança devem ser bastante folgadas a fim de permitir a mais livre e ampla respiração, e arranjadas de maneira que os ombros lhes suportem o peso" (A Ciência do Bom Viver, p. 382). "O corpo feminino não deve no mínimo ser comprimido... O vestuário deve ser perfeitamente cômodo, para que os pulmões e o coração tenham ação sadia" (Mensagens Escolhidas, v. 2, p. 478). E nunca é demais lembrar: "Eu desejaria que fôssemos antiquados em muitos aspectos. Se pudéssemos ter a antiquada força que caracterizou as antiquadas mulheres das gerações passadas, isso seria muito de desejar! Não falo desavisadamente quando digo que a maneira em que as mulheres se vestem, juntamente com sua condescendência com o apetite, é a maior das causas de seu presente estado débil e doentio. Há apenas uma mulher dentre mil que agasalha seus membros como devia. Seja qual for o comprimento do vestido, devem as mulheres vestir seus membros tão cabalmente como os homens" (Ibidem, p. 479).

Cachorro-quente pode causar mutação no DNA

Cachorro-quente pode causar mutação no DNA É sabido que cachorros-quentes fazem mal à saúde, mas em um novo estudo, um grupo de químicos disse que o lanche pode conter compostos que causam a mutação de DNA, aumentando o risco de câncer, de acordo com a Space.com. Os cientistas notaram até 240 variações de nível em diversos compostos, utilizando diversas marcas de salsichas. "Podemos fazer um estudo mais detalhado para descobrir as diferenças de técnicas de fabricação entre as marcas e, se confirmado que são danosas, mudar esses métodos", disse Sidney Mirvish, um químico do Centro Médico da Universidade de Nebraska, nos Estados Unidos.
Mirvish e seus colegas começaram a examinar salsichas em função de um estudo passado que as ligou com câncer de cólon. As salsichas são preservadas com nitrato de sódio, que pode auxiliar na formação de compostos conhecidos como N-nitrosos, que em sua maioria causam câncer em animais de laboratório.
Extratos de salsichas compradas em um supermercado, quando misturadas com nitratos, resultaram no que parecem ser estes compostos que podem fazer mutações no DNA. Com a adição da bactéria Salmonella, os níveis de mutação quadruplicaram. ... É sabido que cachorros-quentes fazem mal à saúde, mas em um novo estudo, um grupo de químicos disse que o lanche pode conter compostos que causam a mutação de DNA, aumentando o risco de câncer, de acordo com a Space.com. Os cientistas notaram até 240 variações de nível em diversos compostos, utilizando diversas marcas de salsichas. "Podemos fazer um estudo mais detalhado para descobrir as diferenças de técnicas de fabricação entre as marcas e, se confirmado que são danosas, mudar esses métodos", disse Sidney Mirvish, um químico do Centro Médico da Universidade de Nebraska, nos Estados Unidos.
Mirvish e seus colegas começaram a examinar salsichas em função de um estudo passado que as ligou com câncer de cólon. As salsichas são preservadas com nitrato de sódio, que pode auxiliar na formação de compostos conhecidos como N-nitrosos, que em sua maioria causam câncer em animais de laboratório.
Extratos de salsichas compradas em um supermercado, quando misturadas com nitratos, resultaram no que parecem ser estes compostos que podem fazer mutações no DNA. Com a adição da bactéria Salmonella, os níveis de mutação quadruplicaram. ...

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

PLANTAMILAGROSA




A folha suculenta da planta de Aloé Vera é uma das mais veneradas plantas medicinais terapêuticas da natureza. Desde sempre, a Aloé Vera tem sido largamente encarada como uma planta curativa milagrosa. Muitas civilizações notaram os extraordinários benefícios do Aloé. Documentos históricos e religiosos de Egípcios, Romanos, Gregos, Hebreus, Chineses, Indianos (da Índia), Argelinos, Marroquinos, Tunisinos e Árabes relatam a sua eficácia tanto para uso interno como externo.
Em 1967, fui contratado para fazer pesquisa no 11 Laboratório de medicina laser do mundo no Hospital Infantil de Cincinnati, no Ohio. Todos os dias, depois de terminar as minhas experiências, ía para a sala onde estavam os animais sujeitos às experiências para os ajudar a curar as queimaduras de laser a que eram sujeitos.
Após ter utilizado diversos preparados, observei que o gel de Aloé Vera permitia a mais impressionante cicatrização de vários problema s de pele, inclusivamente, queimaduras, lesões e cancro. Tive, também, a oportunidade de testar o gel em mim próprio, depois de uma queimadura de laser, e nalguns doentes no laboratório. De todas as vezes, o Aloé produziu resultados impressionantes, consistentes e rápidos. Estudos científicos confirmam que o Aloé Vera é eficiente num extraordinário número de patologias internas e externas. As utilizações mais comuns para o Aloé Vera são como digestivo, anti-inflamatório, cicatrizante, laxante, desintoxicante, agente de limpeza, hidratante, para gastrites, úlceras, queimaduras, colites, eczemas, artrites, dores de estômago por causas nervosas, pequenos golpes e picadas de insectos.
A Aloé Vera alivia e trata problemas de pele, incluindo golpes, queimaduras, arranhões, picadas de pequenos insectos não venenosas, erupções cutâneas entre outros problemas dermatológicos, quando suavemente esfregada com gel de aloé. As queimaduras cicatrizam mu ito mais rapidarnente que se fossem ignoradas. A aloé é muito conhecida em centros traumáticos na Califórnia, Illinnois, Nova Iorque, Texas e outros Estados, para o tratamento de queimaduras.
Uma das razões pela qual o Aloé tem grandes efeitos benéficos, rnesmo quando apenas aplicado na superfície da pele, é a sua impressionante capacidade de ser absorvido pela pele. Estudos provam que o Aloé produz na pele um efeito
anti-envelhecimento tão forte como o ácido retinólico, no entanto, ao contrário do ácido retinólico, os polissacarídeos contidos no Aloé não irritam a pele.
Aloé Vera é um anti-inflamatório e protege o sistema imunológico da pele. Contém ingredientes que neutralizam as substâncias estranhas e nefastas da pele, ajudando as células do sangue a eliminar esses micróbios antes de se espalharem pelo organismo. São estas substâncias anti-inflamatórias que permitem ao Aloé tratar o acne e outras irritaçõe s da pele.
A Aloé diminui a transpiração, ajuda na eliminação de odores causados por bactérias, ajuda a manter a pele hidratada e serve como um desodorizante natural, entre muitos outros benefícios que produz na pele. Segundo a naturopatia, a Aloé Vera é também útil no tratamento dos seguintes sintomas: febres, doenças de pele, prisão de ventre, falhas menstruais, gonorreia, icterícia, doenças reumáticas, hemorróidas, constipações e tosses, hidropisia, ciática, lumbago, reumatismo, retenção de urina, indigestões, flatulência, tumores da zona abdominal, carbúnculos, espasmos musculares durante a rnenstruação, úlceras, colites, inflamações, vaginite e cervicite, conjuntivite, e para alargamento ou inflamação do figado, baço ou outras glândulas.
A maior concentração de Ingredientes Activos, os mucopolissacarídeos que surgem naturalmente, encontra-se no gel. A densa seiva amarela que se encontra mesmo por baixo da superf icie interior da casca da folha pode ser amarga, indigesta, possivelmente abrasiva, difícil de purificar, contendo também antraquinona, a que se dá o nome de aloína, o que pode funcionar como um desagradável e irritante laxante, causando severas dores abdominais. A preparação a frio do Aloé retira a irritante aloína do aloé, e deixa um gel ou sumo standard, não pasteurizado, que está actualmente provado que traz muitos benefícios terapêuticos para o corpo.
É de notar que os primeiros ingredientes activos de outras plantas medicinais estimulantes do sistema imunológico conhecidas, como por exemplo a equinácea, astrágalo e os cogumelos orientais, são os seus polissacarídeos. Muitos dos benefícios terapêuticos do Amexilhão do mar de lábios verdes@, da sopa de barbatana de tubarão - a veneração terapêutica dos Orientais - e das anti-cancerigenas cartilagens de tubarão são todos devidos aos polissacarídeos mucilaginosos naturais (mucopoli ssacarídeos).
Todos os produtos de Aloé Vera contém mucopolissacarídeos naturais ? Não. Muitos produtos contém poucos, se alguns, mucilaginosos mucopolissacarídeos devido a ineficazes processos de produção que destroem os mucopolissacarídeos naturais presentes no Aloé. Quando a planta de Aloé Vera é colhida, infelizmente liberta-se uma enzima que começa rapidamente a decompor os polissacarídeos mucilaginosos do Aloé Vera em simples açucares. É por esta razão que o ideal seria uma planta fresca, cortada à mão. No entanto, o processo pelo qual a Aloé Vera é colhida e de imediato feita a preparação a frio rnantém, aparentemente, as mesmas características. Este ideal procedimento de preparação, previne a degradação dos polissacarídeos mucilaginosos do Aloé e conserva as vitaminas, minerais, aminoácidos, enzimas, glicoproteínas e os outros 200 mais importantes constituintes do Aloé.
Este procedimento de preparação gera v árias outras vantagens. A preparação a frio do gel e a eliminação do amargo e da matéria irritante da seiva, a aloína, permite criar um produto não só seguro, mas também agradável ao paladar. A estabilização e padronização dos polissacarídeos mucilaginosos naturais, um importante componente imune do Aloé Vera, permite obter, a partir dos polissacarídeos mucilaginosos naturais não pasteurizados do aloé, um gel ou sumo uniforme, de confiança, eficaz, seguro, para além dos nutrientes sinérgicos, como é o caso das vitaminas e dos minerais.
Algumas empresas procedem à evaporação do Aloé, geralmente com maltose. Este processo diminui substancialmente os verdadeiros polissacarídeos mucilaginosos naturais do Aloé Vera, resultando assim num produto que contém polissacarídeos mucilaginosos resultantes da maltose.
Tem sido provado que o Aloé Vera melhora o sistema imunológico. Estimula a produção de macrófagos, linfócitos, fag ócitos, glóbulos brancos e citocines - todos importantes componentes do nosso sistema imunológico. Tem sido também mostrado que o Aloé tem uma actividade anti-viral e anti-fungicida. As investigações realizadas indicam que os polissacarídeos mucilaginosos presentes no Aloé têm largas potencialidades terapêuticas em muitas doenças humanas e animais, incluindo o cancro, a SIDA e outros distúrbios imunológicos. 0 Aloé Vera é não tóxico e muito estável. A segunda fase do estudo dos polissacarídeos mucilaginosos orais do aloé como um complemento do AZT no tratamento da SIDA foi concluída com sucesso no Canadá.
FDA concedeu autorização para se continuarem os estudos clínicos no homem de um polissacarídeo rnucilaginoso oral de Aloé no tratamento de ataques agudos de colites, os quais foram já iniciados em 4 centros médicos diferentes. A pesquisa efectuada indica que o aloé gel é benéfíco no tratamento de feridas e ulceras cancerosas.
Tem sido provado que o Aloé Vera ajuda no tratamento do cancro, de viroses, de doenças imuno- reguladoras e respiratórias, de infecções e de inflamações. Estudos utilizando células sanguíneas humanas in vitro demnonstraram que o Aloé Vera estimula a libertação dos factores cancerígenos das necroses e produz outras actividades anti-cancerígenas.
Aloé pode revelar-se eficaz em casos de rinites alérgicas (febre dos fenos, que ataca cerca de 20 milhões de americanos), em aftas e em herpes labiais. 20% da população americana sofre de aftas ou feridas cancerigenas, enquanto a herpes labial, também conhecida como herpes febril, surge em cerca de 20% - 30% da população.
Desde o início da utilização do raio x, e consequentemente da radioterapia, os médicos constataram que a radiação pode causar reacções da pele bastante graves.
Qualquer produto de protecção contra as graves reacções cutâneas à radiação, ac tua quer externamente, cicatrizando a pele, quer internamente, estinulando vários processos imunológicos. Nesta acção, o Aloé é único, sendo extremamente eficaz interna e externamente. Vários estudos de investigação provam a eficácia do Aloé Vera na prevenção e tratamento de reacções às radiações. Por exemplo, emulsões de sumo de aloé foram aplicados em 260 doentes, após terem sido submetidos a tratamentos radioactivos. Os investigadores alegam que as emulsões são de longe mais terapêuticos na redução das reacções cutâneas causadas pela radiação que a maior parte dos preparados sintéticos. Defendem que as emulsões são Aindicadas para a prevenção do desenvolvimento de reacções localizáveis originadas pela radioterapia, para o tratamento de epidermes secas ou gordurentas (inflamações da camada exterior da pele) e para o tratamento de queimaduras radioactivas do 2E e 3E graus. 0 Aloé acelera igualmente o processo de regeneração da pe le, assim como o normal crescimento das células, sendo também uma boa ajuda no tratamento de outros problemas dermatológicos.
Outros investigadores descobriram que o sumo de Aloé Vera consegue óptimos resultados no tratamento das reacções causadas pela submissão das pessoas a radiações, radioterapia e raios x. Uma série de testes efectuados nos anos 60 em vários hospitais mostraram que o creme de aloé é 50% melhor que 3 outros produtos considerados os mais indicados para o tratamento de queimaduras.
Após rever um longo estudo científico sobre o Aloé Vera, a FDA declarou em 1959 que Ade um modo geral admite que o Aloé Vera regenera na verdade os tecidos da pele@.
Todos os ano, as pessoas são expostas a mais de 6.000 poluentes químicos e de 200 toxinas radioactivas, o que poderá causar uma larga quantidade de infecções, inflamações e dores graves interna e externamente. Os investigadores afirmam que o Aloé Vera contém propriedades anti-bacterianas, anti-inflamatórias e de alivio de dores.
Aloé auxilia no crescimento e reparação dos tecidos do organismo. Ajuda a manter uma pele macia, suave e saudável. Internamente, o aloé gel ou o sumo de aloé, ricos em polissacarídeos naturais e em vitamina A/betacaroteno, fortalecem as paredes das células e protegem as suas membranas mucosas, ao mesmo tempo que reduz a susceptibilidade de contrair infecções. Ambos, actuam como anti-oxidantes e combatem os efeitos dos poluentes químicos e radiações presentes na atmosfera.
Aloé seco, que contém aloína amarga, retirada mesmo por debaixo do revestimento exterior da planta, é utilizado ocasionalmente em fórmulas laxantes, que térá que, no entanto, orientado. Caso contrário, poderão surgir diarreias intensas, dores abdominais ou prisão de ventre. A acção medicinal do aloé seco é muito diferente relativamente ao aloé vera gel e ao sumo (onde a antriquinona fo i retirada), que são mais suaves para uso interno. A abordagem ao aloé seco deverá ser cuidadosa.
que é a aloína ? A aloína é a seiva amarela que se encontra na camada verde exterior da folha de Aloé Vera. Uma vez que a aloína é um laxante extremamente forte, e que pode oxidar e descolorar o Aloé Vera gel, os sumos e geles de Aloé Vera de alta qualidades não deverão conter mais que 50% o de aloína. Quanto menos tiver, melhor.
Porque é tão importante a preparação a frio/não pasteurizada do aloé vera ? É importante preparar a frio o Aloé Vera para reter a sua maior eficácia. Se forem utilizadas altas temperaturas durante qualquer parte do processo de produção dos produtos de Aloé Vera, os numerosos constituintes activos terapêuticos naturais do Aloé Vera serão destruídos.
Aloé Vera não é uma, panaceia, nem tão pouco é a cura para a maioria das doenças, como muitas pessoas já o promoveram. No entanto, utiliz ado de forma apropriada nas doenças em que a sua acção é conhecida, o Aloé Vera é um poderoso cicatrizante que tem sido utilizado à milénios com sucesso.
BIOGRAFIA
Steve Schechter, N.D., é um naturopata e autor do livro ACombatendo a Radiação e Poluentes Químicos com os Alimentos, Plantas Medicinais e Vitaminas@. E um orador proeminente, consultor de saúde de particulares e empresas e pertence ao Conselho Médico Consultivo das revistas ALet=s Live@ e AHealth Foods Business@, estando alistado no AQuem é quem no serviço à Terra).

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

ALOE VERA - OS FATOSDR. PETER ATHERTON1. O QUE É ALOE VERA ?


ALOE VERA - OS FATOSDR. PETER ATHERTON1. O QUE É ALOE VERA ?
A Aloe Vera é geralmente chamada de a planta milagrosa, a cura natural, dentre outros nomes que sobreviveram por 4.000 anos, nos quais essa planta tem beneficiado a humanidade.
George Ebers em 1862 foi o primeiro a descobrir o uso da Aloe na antiguidade, em um antigo manuscrito egípcio datado de 3500 AC, o qual foi, de fato, uma coleção sobre ervas medicinais. Outros pesquisadores, desde então, descobriram que a planta era usada também pelos chineses e indianos antigos. Médicos gregos e romanos, como Dioscorides e Plínio, usavam Aloe obtendo maravilhosos efeitos e legendárias sugestões que persuadiram Alexandre O Grande a capturar a ilha de Socotra, no Oceano Índico, com o intuito de obter sua rica plantação de Aloe para curar seus soldados, feridos nas guerras. As rainhas egípcias Nefertiti e Cleópatra tributaram grandiosamente a Aloe, como sendo o melhor tratamento de beleza. Naqueles tempos, beleza e saúde estavam intimamente ligadas, muito mais que estão atualmente.
Mesmo existindo 200 espécies de Aloe, há provavelmente apenas 3 ou 4 com propriedades benéficas à saúde. Dessas, a Aloe Vera Barbadensis (Miller), também conhecida como Aloe Vera (Linne), é a mais potente.
A Aloe Vera Barbadensis é uma espécie muito suculenta, e se parece mais com um cáctus, mas é de fato membro da família liliáceas, parente da cebola, do alho e do aspargo. A Aloe alcança a maturidade em 4 anos, quando o gel contido dentro de suas folhas, uma espécie de seiva, pode ser preservado e engarrafado para produzir o suco natural da planta.
Para receber os benefícios da Aloe Vera, o gel pode ser bebido, e será proveitoso na medida em que o organismo receba suas qualidades nutricionais. Pode também ser combinado com outros ingredientes para produzir uma loção tópica, que vai nutrir e contribuir para a manutenção da saúde.2. DENTRO DE UMA FOLHA DE ALOE VERAO gel de Aloe Vera contém mais de 75 substâncias, que se dividem nos seguintes grupos:Vitaminas Contém um grupo enorme delas. As vitaminas C e E, com ação antioxidante, Beta-caroteno - a precursora da vitamina A. É também uma das poucas plantas fonte de vitamina B12.Minerais Magnésio, zinco, manganês, cálcio, sódio, potássio, cobre e ferro.AminoácidosO corpo humano precisa de 22 aminoácidos, os construtores das proteínas, e Aloe Vera gel possui 20 deles. E mais importante ainda é que ele fornece sete dos oito aminoácidos essenciais, ou seja, aqueles que não podem ser produzidos pelo corpo e precisam ser adquiridos diariamente.AçúcaresEstá incluída, no gel, uma longa cadeia de polissacarídeos que age no sistema imunológico, o Acemanann é um dos principais.EnzimasAs lípases e proteases, que quebram as moléculas dos alimentos e auxiliam na digestão, e também a carboxipeptidíase, que age no processo antiinflamatório.Esterol da plantaOs três tipos principais agem como um forte agente antiinflamatório.LigninaEsta substância dá ao gel da Aloe sua habilidade de penetração, alcançando as camadas mais profundas da pele. SaponinaÉ uma substância que aplica uma potente função antimicrobiana contra as bactérias, vírus e fungos, como (*) cândida e (**) micoses.AntraquinonasOs mais importantes são a aloína e a emodina, que juntos se transformam em um forte analgésico e são responsáveis por processar as atividades antibactericidas e antivirais. Ácido SalicílicoEsse componente da aspirina é um antiinflamatório e, quando usado topicamente, ajuda a diminuir a morte dos tecidos.
(*) Candida albicans (algumas vezes chamada de monília) é um fungo normalmente presente na pele e na boca, trato intestinal e vagina. Sob certas condições, pode se multiplicar e infectar a superfície da pele ou de mucosas. Tais infecções normalmente tem pouca gravidade, mas podem ocorrer infecções graves e mais profundas, especialmente em pacientes cuja resistência foi enfraquecida por drogas imunossupressoras ou por doenças graves como a ऐड्स । Entretanto, alguns profissionais alegam que mesmo quando há ausência de sinais clínicos de infecção, problemas relacionados com os fungos podem causar ou disparar sintomas múltiplos como fadiga, irritabilidade, constipação, diarréia, intumescimento abdominal, mudanças de humor, depressão, ansiedade, tonturas, ganho de peso inesperado, dificuldade para se concentrar, dores musculares e articulares, um grande desejo por açúcar ou por bebidas alcoólicas, psoríase, urticária, problemas respiratórios e nos ouvidos, problemas menstruais, infertilidade, impotência, infecções urinárias, prostatite e "um sentimento de mal-estar geral". A lista de sintomas é similar aquela da sensibilidade química múltipla (SQM).(**) Micose ou Dermatofitose: A dermatofitose é uma doença transmitida por fungos, conhecida como micose. Esses fungos estão presentes no ambiente e apenas algumas espécies são capazes de provocar doenças no animal. Pode atingir cães , gatos e outros animais. Ela pode ser transmitida de animais para humanos, de animais para animais e de humanos para animais, pelo contato ou atrito (escovas, pentes, aparelhode tosa, abraços, contenção, segurar no colo). .QUAL O TIPO DE ALOE VERA ?Não há evidências reais para sugerir que a folha inteira (incluindo a casca e o gel - mais concentrado - que são geralmente filtrados) seja tão eficiente quanto o gel puro. Contudo, o que é mais importante é a qualidade e a quantidade de Aloe num produto manufaturado. Infelizmente, a maioria dos produtos encontrados no mercado, cujos rótulos dizem conter gel da Aloe contém na verdade apenas uma pequena quantidade do gel.
Na dúvida, procure pelo selo de certificação do Conselho Internacional da Aloe Vera, que é um órgão independente que monitora e regula a quantidade e qualidade dos produtos de Aloe. Se o selo de aprovação (que é renovado anualmente) aparecer na embalagem do produto, pode ter certeza de que a qualidade deste é garantida.POR QUÊ FUNCIONA ?Funciona porque fornece um rico coquetel de elementos nutricionais, que combinando sua ação e equilíbrio, produz um efeito muito mais poderoso do que aquele que seria esperado se os elementos estivessem separados, individualmente. Isso ocorre porque eles trabalham como um time, intensificando os efeitos de cada um, o que é conhecido como sinergia. A Aloe também tem propriedades (*) adaptogênicas, o que significa que é uma substância que aumenta a resistência do organismo contra problemas como infecções ou stress.(*) Adaptógenas ou adaptogênicas: Como o nome diz, essas espécies ajudam o homem a se adaptar ao meio em que vive, aumentando a resistência do organismo nas situações estressantes.ONDE A ALOE FUNCIONA ?Por causa das qualidades nutricionais e antioxidantes da Aloe, ela ajuda a prevenir feridas no tecido epitelial e quando ele está danificado, auxilia na sua regeneração. Antioxidantes lutam contra os radicais livres, os componentes instáveis produzidos pelo metabolismo e encontrados em poluentes ambientais. Eles são os causadores de vários males, incluindo câncer e o processo de envelhecimento.
O (*) epitélio é um termo anatômico definido como: "Uma camada de células que cobre o corpo ou que alinha uma cavidade conectada a ele".O nosso maior epitélio é a pele, mas também inclui os tecidos dos intestinos, os brônquios e o aparelho genital. Não é de se admirar que a Aloe trabalhe tão bem em peles feridas quanto em inflamações intestinais ou em asma.(*) Epitélio: é uma camada celular que cobre todas as superfícies internas e externas do corpo. Os epitélios são caracterizados por serem constituídos de células com formas e disposição variáveis, sem substância intercelular nem vasos. O tecido epitelial é um dos quatro tipos de tecidos básicos do nosso organismo, juntamente com os tecidos conjuntivo, muscular e nervoso.O tecido epitelial pode ser classificado de acordo com o formato das células e número de camadas celular. Quanto ao número de camadas celular, ele se classifica em simples e estratificado.COMO FUNCIONA ?A ação de seu antiinflamatório natural e antimicrobiano, combinada com seus elementos nutricionais, promovem o crescimento celular e, portanto, ajudam a reverter o processo inflamatório. Contudo, não é útil apenas para pessoas com problemas, pois a maioria, ao tomar Aloe, demonstra uma grande sensação de bem estar. Eles simplesmente se sentem melhor ou se mostram mais calmos e menos ansiosos.CONCLUSÃOAloe Vera não é uma panacéia para todas as doenças e não há mágica nela. Eu acredito que ela funcione, primariamente, nas duas áreas já mencionadas: tecidos epiteliais e sistema imunológico. Isso é largamente registrado por casos, evidenciados por milhares de pessoas através dos séculos, que relataram os vários benefícios em problemas de pele, como eczemas, psoríase, úlceras, queimaduras, acne e picadas de insetos. Eles também acharam o alívio em doenças intestinais, como colite, diverticolite e síndrome do cólon irritado. Outras condições resultantes de uma desordem no sistema imunológico como artrites, asma, Síndrome de fadiga pós viral e lupus eritematoso, melhoraram depois da ingestão regular do gel da Aloe Vera. A Aloe Vera, portanto, tem um papel complementar a cumprir no tratamento de várias moléstias. É muito importante, contudo, que as pessoas procurem sempre seus médicos quando o diagnóstico for duvidoso ou quando não encontrarem melhoras em suas condições de saúde. Se autodiagnosticar pode ser muito perigoso porque, às vezes, uma doença grave pode parecer algo sem importância.PS: Alguns comentários, marcados com (*), foram incluídos com vistas a melhor esclarecer o leitor. SOBRE O AUTORDr. Peter AthertonMB Chb. D. Obst. RCOG. MRCGP.Graduado em 1968 pela Universidade de Leeds, após seis anos no Corpo Médico do Exército Real se tornou clínico geral. É atualmente Sócio Sênior de um Centro de Treinamento prático, com interesses especiais em dermatologia. Trabalhou três anos no departamento de Dermatologia de um hospital regional. Foram esses interesses, combinados com um grande conhecimento das qualidades das plantas medicinais, adquiridos enquanto servia no oriente e na Índia, que o levaram à fascinação pela Aloe Vera. Ele ministra diversas palestras sobre os aspectos medicinais da ALOE e é autor de "Aloe Vera Essencial", seu trabalho definitivo sobre o assunto. Além disso, é pesquisador da GIFTS of HEALTH e, freqüentemente, pesquisador temporário na Universidade de Green e Oxford.