domingo, 22 de janeiro de 2012

FRIGIDEZ NA MULHER(CAUSAS EDescubra como combater a frigidez feminina graças a Virilplant® TRATAMENTO)

Descubra como combater a frigidez feminina graças a Virilplant®, o revolucionario produto natural contra a frigidez Frigidez e sexualidade feminina É um fato inegável que, até pouco tempo atrás, os produtos naturais e químicos dedicados as disfunções sexuais, se dirigem quase exclusivamente as pessoas do sexo masculino. A principal causa disto é proveniente do fato que, por muitos anos, os sexólogos afirmaram que a frigidez feminina era devido a mecanismos restritamente psicológicos e não mecânicos como para a impotência masculina. Então, por longo tempo, as mulheres que sofriam de frigidez e portanto eram incapazes de conseguir um orgasmo, foram limitadas a terapias de casais e psicanálises muitas vezes ineficazes. Na realidade esta afirmação é errada: o problema da frigidez pode ser simplesmente de ordem físico, exatamente como para a impotência nos homens. Na verdade os mecanismos que regulam a excitação nos homens e nas mulheres, são mais ou menos os mesmos. O aumento do fluxo sanguíneo e a sensibilidade do tecido erétil são fundamentais para o prazer feminino exatamente como para o prazer masculino. Freqüentemente se procurou resolver escavando na psicologia, aqueles que eram simplesmente problemas físicos a serem tratados com remédios e, não com análises. As mulheres foram as pricipais vítimas desta tese errada porque, enquanto para os problemas sexuais dos homens sempre foi encontrada uma solução médica, para a frigidez nas mulheres sempre foi interpretado como bloco psicológico. Estudos recentes realizados em América e Europa, estão finalmente demonstrando que ocorre focalizar a atenção também aos mecanismos fisiológicos do prazer feminino. Não por acaso, a empresa Pfizer, produtor do Viagra®, está experimentando os efeitos da pílula azul para a frididez nas mulheres, a fim de comercializar em breve o medicamento ao público feminino. Os efeitos colaterais serão provavelmente os mesmos da pílula masculina ou talvez um pouco mais. Frigidez e Virilplant® Virilplant® é um produto 100% natural sem contra-indicação ou efeitos secundários que incrementa o fluxo sangüíneo e cria um estado eufórico que induz a um forte desejo sexual. Se trata portanto de um potente estimulante sexual, adequado seja para quem sofre de problemas de impotência ou para quem deseja apenas melhorar notavelmente a própria performance sexual. Uma vez consciente de que os mecanismos que regulam a excitação feminina são análogos aqueles masculinos, Virilplant® se demonstra válido para as mulheres que sofrem de problemas sexuais (frigidez) relacionados a disfunção de ordem fisiológica. Assim para frigidez, também existe um válido produto 100% natural, sem contra-indicação e que não necessita de prescrição médica e utilizável em plena discrição. O seu nome è Virilplant® o potente rivigorante sexual contra a impotência, disfunção erétil e frigidez. Siga atentamente as nossas Instruções de uso. É suficiente beber um pequeno copinho da infusão meia hora antes de fazer sexo e o resultado é surpreendente.

Mudanças na Alimentação

O decisivo e, para o nosso estudo, o mais importante são as deformações da nossa alimentação, conforme já se vêm produzindo de há séculos até agora. Estão estreitamente relacionadas com a civilização e a técnica. Antigamente, os povos da Terra alimentavam-se de modos muito diversos. A base da alimentação era para uns o arroz e para outros o milho e entre nós os cereais panificáveis. A necessidade de carne satisfazia-se mediante a pesca, a caça ou, na maioria dos casos, mediante a criação de gado. Nos países tropicais consumiam-se, sobretudo, gorduras vegetais, e nos países árticos quase unicamente gorduras animais. O consumo de vegetais e de frutas dependia da região e da estação do ano em que se vivia. Mas, por muito diferentes que sejam as formas de nutrição dos povos, todas deram bons resultados, porque quase sempre conservavam a forma natural do alimento e era reduzida a proporção de alimentos animais. A primeira deformação produziu-se com o descobrimento da América, quando conhecemos novas plantas alimentícias, como por exemplo a batata, que veio substituir em grande parte o consumo de farinhas de cereais e de pão. Efeitos do Progresso Técnico e «Analítico» O progresso técnico iniciado quase imediatamente depois do rápido desenvolvimento da indústria e dos grandes núcleos populacionais produziu, indubitavelmente, muitos adiantamentos e facilitou um modo de vida, ao qual não desejamos renunciar; mas trouxe também decisivas alterações no nosso conceito de existência, sobretudo no domínio da alimentação. O espírito de considerar analiticamente tudo através das ciências naturais levou rapidamente à supervalorização dos alimentos puros e nobres e à exagerada importância das proteínas e das gorduras animais. Chegou-se, assim, nos tempos da Primeira Guerra Mundial e até bastante depois, a um modo de alimentação em que predominavam sobretudo o pão branco ou quase branco, a gordura animal, batatas muito cozidas e descascadas, poucos legumes e frutas cruas e o emprego de muitosal e de especiarias exóticas. Quem tinha posses para isso, comia, entre uma e outra coisa, abundante pastelaria e outros doces concentrados, e tantos outros indivíduos escravizavam-se pela habituação a numerosos tóxicos e drogas. A causa desse modo de viver e de se alimentar é antinatural e é a origem principal de muitas doenças generalizadas e de graves conseqüências, como o prova a consideração dos seus efeitos no organismo humano. Caracteres Prejudiciais da Moderna Nutrição Para podermos conhecer os múltiplos efeitos da alimentação, temos de estabelecer as características predominantes da nossa alimentação: Substituição do consumo de farinha de cereal por pão e batatas. Substituição de alimentos crus por alimentos cozidos. Substituição da comida dura por comida mole. Substituição de alimentos naturais por artificiais. Excesso de proteínas animais. Excesso de gorduras animais. Excesso de sal. Excesso de especiarias exóticas e de produtos químicos que se empregam na apresentação e conservação dos alimentos. insuficiência de vitaminas e de hormônios vegetais (auxinas). Insuficiência de sais minerais e de oligoelementos. Insuficiência de substâncias estimulantes das paredes intestinais (celulose). Insuficiência de pigmentos vegetais verdes (clorofila). Substituição de Farinha de Cereais por Pão e Batatas A substituição do consumo antigamente elevado de farinhas de cereais por batatas e pão deve considerar-se como uma das causas da degeneração da dentadura (Euler, Kolath).

Alterações Psíquicas e Intelectuais

Razões Históricas Trata-se das comoções do tipo a que a humanidade tem sido submetida, em grau cada vez maior, durante os últimos séculos. A raiz das perturbações na orientação e na ordem espiritual tem de ser procurada numa época que se seguiu à ordem medieval, centralizada em Deus. Depois do fracasso da concepção materialista, procura o homem, enquanto não é só «natureza», uma vez mais, a lei que lhe é inata, uma «norma», caminhando para uma nova ordem e um novo objetivo. Consciente e inconscientemente esforça-se, em última análise, por atingir um ideal humano válido para todos os homens. Valor do Espírito 0 espírito no ser humano faz saltar todas as fronteiras, todos os laços materiais e tudo o que é perceptível aos sentidos e só ele passa do finito para o infinito, do relativo para o absoluto, do temporal para o eterno, encontrando-se, assim, perante Deus. Esta amplitude e a dramática elevação do homem do sensível para o ultra-sensível, do material para 0 imaterial, são os componentes do momento em que o espírito humano atinge a fé e fica nas mãos de Deus. Esta passagem da razão para a fé é a porta da liberdade e da suspirada ordem.

Mudanças nas Condições de Vida, Trabalho e Residência

Insuficiente Radiação Solar As mudanças mencionadas levaram a uma ligação deficiente do corpo com o ambiente natural, com o mundo que nos cerca. É assim que especialmente a população urbana sofre de insuficiente radiação solar. Por cima de todas as grandes cidades, nomeadamente nas de tipo industrial, forma-se uma camada constituída por poeira, fuligem e fumo que absorve os raios ultravioleta do Sol, com a conseqüência de radiação insuficiente e, por isso, de escassa formação de vitaminas na pele dos seus habitantes. Tomamos com os alimentos, por exemplo, as provitaminas D, a ergosterina, que se depositam na pele e que vão sempre necessitando da atuação dos raios ultravioleta para se transformarem em vitamina D, de grande eficácia contra o raquitismo. Os, peixes, cujo fígado é especialmente rico em vitamina D (circunstância que se aproveita para objetivos farmacêuticos na fabricação do óleo de fígado de bacalhau para a cura do raquitismo), não recebem, decerto, suficientes raios ultravioleta, mas podem substituir esta radiação luminosa pela ação do seu próprio corpo. Impureza da Atmosfera Além disso, também o habitante da cidade sofre um consumo deficiente de ar puro, devido à densidade da população, ao trabalho em locais mal ventilados e aos abundantes gases de escape dos automóveis, poucas vezes tidos em consideração. Ora, que um pobre consumo de oxigênio prejudica o metabolismo dos tecidos e especialmente o das células nervosas, não é preciso insistir mais, porque todos conhecemos os efeitos no nosso próprio organismo, quando para desfazer os efeitos do cansaço ou da prostração abrimos a janela para respirar um ar mais fresco. Escasso Exercício Muscular Também a insuficiente descontração, tanto pelo excesso de trabalho profissional e pelo dia de labor demasiado longo, como pela ânsia de divertimentos, pelo pouco descanso noturno, é hoje claramente um fator prejudicial de primeira classe, que não só cria o numeroso exército de homens civilizados hiperexcitados, como também é causa de doenças do aparelho circulatório, em todas as suas formas e graus. Só aproximadamente sete por cento da população se pode considerar autenticamente sã na mente e na alma. O resto passa pela vida com algum desvio, desnecessariamente carregado com depressão nervosa e outros complexos prejudiciais. Ninguém dispõe hoje de reservas suficientes de saúde psíquica para resistir a qualquer carga verdadeiramente pesada. A desordem nas relações com o outro sexo manifesta-se numa Inseminação Débil e, por conseguinte, numa esterilidade provocada e na falta do aparecimento da gravidez.

30 receitas com soja

30 receitas com soja
1. Extrato de soja - leite de soja

Ingredientes
3 xícaras (chá) de grãos de soja escolhidos e sem lavar
4,5 litros de água
1 colher (chá) de sal
6 colheres (sopa) de açúcar


Modo de preparo
Ferver um litro e meio de água.
Colocar os grãos e contar cinco minutos a partir da nova fervura.
Escorrer a água e lavar os grãos em água corrente.
Colocar o restante da água (3 litros) para ferver, cozinhar os grãos por cinco minutos. Não descartar a água.
Quando estiver morno, bater os grãos e a água no liquidificador por três minutos.
Cozinhar a massa obtida em uma panela aberta por 10 minutos, reduzindo a chama após a fervura, mexendo sempre.
Quando estiver morno, coar em pano de algodão limpo e espremer bem, com o auxílio das mãos, através do pano.
O líquido filtrado é o extrato de soja (leite) e a massa restante, o resíduo ou "okara".
Levar o extrato novamente ao fogo e ferver por dois minutos.
Adicionar o açúcar e o sal ao extrato.
Para obter sabores diferentes basta acrescentar chocolate em pó, canela, baunilha, etc.



2. Soja frita

Ingredientes
1 xícara (chá) de soja escolhida e seca
3 colheres (sopa) de sal
2 litros de água
óleo de soja para fritura

Modo de preparo
Ferver um litro e meio de água e colocar os grãos e contar cinco minutos a partir da nova fervura;
escorrer a água e lavar os grãos em água corrente;
colocar os grãos de molho, por oito horas, em uma quantidade de água fria correspondente a três xícaras (chá);
transferir os grãos para uma peneira (tipo escorredor de macarrão) e descascá-los sob água corrente, esfregando-os entre as mãos, para separar as cascas;
cozinhar os grãos descascados por 15 minutos em panela aberta com três vezes o volume de água, Adicionando o sal. A contagem do tempo inicia-se após a fervura;
descartar a água do cozimento e escorrer os grãos em peneira;
secar os grãos escorridos sobre pano de algodão limpo ou toalha de papel;
colocar o óleo para aquecer em uma panela funda;
fritar os grãos até que a espuma formada desapareça e os grãos comecem a dourar;
retirar os grãos fritos, escorrendo o excesso de óleo e colocá-los sobre papel absorvente; e guardar a soja frita, em vasilha fechada.

Rendimento: aproximadamente 200g



3. Kinako - farinha de soja torrada e moída


Ingrediente
1kg de grãos de soja escolhidos


Modo de preparo
Colocar os grãos em uma assadeira rasa média e torrá-los em forno pré- aquecido, por 20 minutos em foogo baixo, mexendopara que não queimem, até que as cascas do grão soltem-se com facilidade.
Deixe os grãos esfriarem.

Moer os grãos em liqüidificador até a obtenção de farinha semelhante à farinha de amendoim. Armazenar a farinha em recipiente fechado.

Observação: Em forno de microondas, colocar ½ kg de grãos em um piréx médio e torrá-los na potência alta por aproximadamente seis minutos, mexendo de 2 em dois minutos.


4. Cereais com kinako

1/3 de xícara (chá) da fruta de sua preferência, picada
3 colheres (sopa) de aveia em flocos
2 colheres de kinako
4 colleres de flocos de cereais
1 colher de chá de uvas passas (opcional)
1/3 copo de leite de soja

Se necessário, adoçar

Modo de preparo
Colocar, em uma tigela, todos os ingredientes secos; adicionar o leite

Rendimento: Uma porção



5. Iogurte com kinako

Ingredientes
1/3 xícara (chá) da fruta de sua preferência, picada

1 colher (sopa) de kinako

1 copo de iogurte de soja de sua preferência

Se necessário adoçar


Modo de preparo
Colocar, em uma tigela, todos os ingredientes secos; adicionar o leite de soja.



6. Granola com kinako


Ingredientes

2 colheres (sopa) da granola de sua preferência

2 colheres de kinako

1 potinho de iogurte de soja ou ½ xícara (chá) de leite soja

1 colher (sopa) de açúcar


Modo de preparo

Colocar em uma tigela todos os ingredientes secos; adicionar o iogurte ou leite.

Observação: Se desejar, adicionar uma fruta de sua preferência, picada.

Rendimento: Uma porção



7. Mingau com kinako


Ingredientes

1 xícara de leite de soja

1 colher (sopa rasa) de amido de milho ("maizena")

1 colher (sopa) de açúcar

1 colher de kinako

Canela em pó


Modo de preparo
Em uma panela, adicionar o leite, o kinako, o açúcar e a "maizena"; Levar ao fogo para ferver, mexendo sempre para não empelotar; Cozinhar até ficar cremoso, despejar em uma tigela, polvilhar com canela em pó;

Servir quente.

Rendimento: uma porção



8. Arroz com kinaco


Ingredientes

2 xícaras (chá) de arroz cru, lavado e escorrido

8 Xícaras (chá) de leite de soja

3 xícaras (chá) de água

2 e ½ xícaras (chá) de açúcar

½ xícara de kinako

Canela em pó


Modo de preparo

Em uma panela, colocar as três xícaras de água e quatro xícaras (chá) de leite; levar ao fogo e, quando levantar fervura; adicionar o arroz previamente lavado e escorrido;

Quando o arroz estiver quase cozido, juntar o restante do leite, o kinako e o açúcar.

Assim que o arroz estiver cozido, retirar do fogo, transferir para uma vasilha e salpicar com canela em pó, a gosto.

Rendimento: aproximadamente 20 porções.



9. Farinha de soja

Ingredientes

Soja em grão - escolhidos e sem lavar

Modo de preparo

Adicionar a soja em água fervente, conforme descrito para o extrato de soja "leite de soja", e cozinhar por cinco minutos.

Escorrer bem os grãos e colocá-los para secar sobre um pano de algodão limpo e seco ou sobre papel toalha, por cerca de uma hora.

Torrar os grãos, no forno em fogo baixo por cerca de uma hora, mexendo sempre com o auxílio de colher de pau (como para torrar amendoim).

Triturar os grãos torrados no liquidificador ou em máquina de moer carne.

Peneirar a farinha obtida, utilizando uma peneira fina e, guardá-la em vasilha seca e tampada.



10. Hidratação da PVT (Proteína de soja texturizada) / "Carne" de soja

Ingredientes

1 xícara (chá) de PVT

2 xícaras (chá) de água fervente

Modo de preparo

Colocar a PVT em um recipiente (pirex) e cobrir com a água fervente.

Aguardar 10 minutos para a PVT absorver a água.

Escorrer a PVT em peneira (tipo escorredor de macarrão), retirando o excesso de água com o auxílio de uma colher, apertando-a contra a peneira.

Usar em refogados, molhos, e recheios como substituto da carne moída.

Obs.: A Proteína Vegetal Texturizada é também conhecida pela denominação de PTS (Proteína Texturizada de Soja).



11. Grãos cozidos

Ingredientes
2 xícaras (chá) de grãos de soja escolhidos, sem lavar
8 xícaras (chá) de água

Modo de preparo
Ferver três xícaras (chá) de água e, cozinhar os grãos por cinco minutos, contados a partir da segunda fervura.

Escorrer a água e promover o choque térmico, em água fria, lavando os grãos, como descrito para o extrato.

Escorrer a água e colocar a soja de molho com três xícaras (chá) de água fria, por oito horas, aproximadamente.

Escorrer os grãos e separar as cascas.

Cozinhar por uma hora em panela aberta, ou por 20 minutos em panela de pressão, adicionando uma colher (sopa) de óleo de soja.


12. Massa básica


Proceder a receita dos grãos cozidos completa e acrescentar o que segue:

Passar a soja cozida em máquina de moer carne, ou bater no liquidificador, adicionando um pouco da água de cozimento, até a obtenção de uma massa homogênea.

Obs: Esta massa pode ser guardada no freezer para ser utilizada em diferentes receitas.


13. Pão de resíduo


Ingredientes

Fermento

3 colheres (sopa) de fermento de pão ou um pacotinho de fermix

3 colheres (sopa) de açúcar

1 xícara (chá) de água morna

Massa

1/4 de xícara (chá) de óleo de soja

3 colheres (sopa) de açúcar

1 colher (sopa) rasa de sal

2 xícaras (chá) de resíduo de soja

5 xícaras (chá) de farinha de trigo


Modo de preparo

Fermento
Em um recipiente (bacia), dissolver o fermento com água e adicionar os demais ingredientes. Cobrir com plástico e, deixar em repouso para crescer, por 15 minutos.

Massa
Misturar ao fermento o resíduo, o açúcar e o óleo. Adicionar aos poucos, a farinha de trigo, trabalhando a massa até que os ingredientes se unam e a massa se desprenda dos dedos. Moldar os pães no formato desejado, dispor em formas untadas e polvilhadas com farinha de trigo, deixar crescer por uma hora e, assar por 30 minutos em forno pré-aquecido.



14. Torta de banana ou maçã



Ingredientes

12 bananas nanicas maduras

2 xícaras (chá) de farinha de trigo

2 xícaras (chá) de farinha de soja

1 xícara (chá) de açúcar

1 colher (sopa) de fermento em pó

150 g de margarina


Modo de preparo

Misturar o açúcar, as farinhas, o fermento e peneirar, juntar a margarina e preparar uma "farofa" esfregando os ingredientes com as mãos.

Untar uma assadeira com margarina e polvilhar com farinha de trigo.

Colocar metade da "farofa" e cobrir com as bananas cortadas em três partes (no sentido do comprimento). Cobrir com o restante da "farofa", sem apertar.

Polvilhar com canela em pó e, levar ao forno em temperatura média, por cerca de 25 minutos.


15. Almôndegas de soja


Ingredientes

Massa
2 e 1/2 xícaras (chá) de resíduo de soja

2 colheres (sopa) de farinha de trigo

2 colheres (sopa) de cheiro verde picado

1 colher (sopa) de cebola picada

sal (a gosto)

óleo de soja (fritura das almôndegas)

Molho

1 xícara (chá) de tomates picados sem sementes

2 colheres (sopa) de extrato de tomates

2 colheres (sopa) de cebola picada

2 colheres (sopa) de cheiro verde picado

3 colheres (sopa) de óleo de soja

3 xícaras (chá) de água

sal, alho e pimenta (a gosto)


Modo de preparo

Massa

Em um recipiente pequeno (bacia) misturar os ingredientes da massa, formar os bolinhos e, fritar em óleo quente.

Após a fritura, deixar as almôndegas sobre folha de papel absorvente.

Molho

Refogar em óleo quente o alho, a cebola e o tomate, mexendo sempre.

Acrescentar o extrato de tomate, o sal e a água.

Tampar a panela, abaixando o fogo após a fervura.

Cozinhar por cinco minutos.

Desligar o fogo e adicionar o cheiro verde.

Arrumar as almôndegas em uma travessa e cobri-las com o molho.

Servir em seguida.



16. Biscoitos casadinhos



Ingredientes

3 xícaras (chá) de farinha de trigo

1 e 1/2 xícaras (chá) de farinha de soja

250 g de margarina

1 xícara (café) de açúcar

Geléia de frutas para rechear


Modo de preparo

Preparar um creme com a margarina e o açúcar, misturar as farinhas até formar uma massa. Abrir a massa com o auxílio de um rolo.

Cortar a massa em rodelas, dispondo-as em assadeiras sem untar e levar ao forno em temperatura média para assar.

Os biscoitos deverão ser retirados do forno bem clarinhos.

Esperar esfriar, passar geléia nas rodelas e uni-las uma a outra.



17. Maionese de soja


Ingredientes

1 xícara (chá) de extrato de soja "leite" gelado

1 colher (sopa) de caldo de limão

1 colher (chá) de sal

5 azeitonas picadas

1/4 de cebola picada

Óleo de soja gelado


Modo de preparo



Adicionar todos os ingredientes, com exceção do óleo, no copo do liquidificador e bater.

Adicionar o óleo, bem devagar, no centro da massa até atingir uma consistência firme, quando ocorre o fechamento do "furo" no centro da maionese e o liquidificador não consegue mais bater.



18. Esfihas de resíduo e PVT

Ingredientes

Massa

2 xícaras (chá) de resíduo de soja

3 colheres (sopa) de fermento para pão

6 xícaras (chá) de farinha de trigo

2 colheres (sopa) de açúcar

2 colheres (chá) de sal

1/2 copo de óleo (150 ml)

1/2 copo de água morna



Recheio

1 xícara (chá) de PVT

2 xícaras (chá) de água fervente

3 tomates sem sementes

2 colheres (sopa) de óleo de soja

1 cebola picada

2 dentes de alho

1 colher (sopa) de extrato de tomate

Cheiro verde

Modo de preparo

Massa

Dissolver o fermento em água morna. Juntar o açúcar, o sal, o óleo e o resíduo.

Adicionar aos poucos a farinha de trigo e amassar.

Formar bolinhas, com a massa obtida, e deixá-las sobre uma superfície limpa.



Recheio

Hidratar a PVT, com as duas xícaras de água quente, por aproximadamente 10 minutos.

Espremer a PVT, numa peneira (tipo escorredor de macarrão), para retirar o excesso de água.

Refogar o alho e a cebola no óleo já aquecido e adicionar o extrato de tomate.

Juntar os tomates picados (miúdos) e a PVT hidratada.

Por último acrescentar o cheiro verde.



Preparo das esfirras

Abrir as bolinhas da massa na palma da mão.

Rechear com o PVT previamente preparado.

Fechar as esfirras na forma de um triângulo.

Colocar as esfirras em assadeiras previamente untadas e polvilhadas com farinha de trigo.

Assar em forno pré-aquecido, em temperatura média.



19. Salada se soja

Ingredientes

2 xícaras (chá) de grãos de soja cozidos

3 tomates sem sementes picados

1 pimentão verde picado

1 pimentão vermelho picado

2 cebolas médias picadas

Cheiro verde, sal, azeite de oliva e suco de limão (a gosto).



Modo de preparo

Cozinhar os grãos conforme a receita básica.

Deixar esfriar e misturá-los com todos os ingredientes.

Levar à geladeira e servir quando estiver bem fria.



20. Arroz doce


Ingredientes

2 xícaras (chá) de arroz cru, lavado e escorrido

8 xícaras (chá) de extrato de soja

3 xícaras (chá) de água

4 colheres (chá) de casca de limão ralada

2 e 1/2 xícaras (chá) de açúcar

1 colher (chá) de sal

Canela em pó


Modo de preparo

Colocar três xícaras (chá) de água e quatro xícaras (chá) de extrato de soja "leite de soja" para ferver.

Quando estiver fervendo adicionar as duas xícaras (chá) de arroz previamente lavado e escorrido.

Quando o arroz estiver quase cozido, juntar o restante do extrato de soja, o açúcar, o sal e as raspas de limão.

Quando o arroz estiver bem cozido, retirar do fogo, transferir para um recipiente (pirex) e, salpicar canela em pó.

Servir morno ou gelado.



21. Massa de empadão com resíduo de soja


Ingredientes

3 e 1/2 xícaras (chá) de farinha de trigo

1 xícara (chá) de resíduo de soja

1 xícara (chá) de maionese de extrato de soja



Modo de preparo

Misturar a maionese com o resíduo e adicionar a farinha de trigo, até formar uma massa homogênea.

Estender a massa, de modo a forrar o fundo e os lados de uma assadeira de tamanho médio, reservar um pouco da massa para a cobertura.

Rechear, cobrir o empadão com o restante da massa e pincelar com óleo

Assar por 20 minutos e servir quente.

Obs.: Essa massa pode ser utilizada para o preparo de empadinhas.

Recheio

2 xícaras (chá) de PVT seca

1 lata de ervilha ou milho verde

4 colheres (sopa) de óleo

3 colheres (sopa) de massa de tomate

Pimenta do reino (a gosto)

1 cebola pequena picada

Cheiro verde picado

Sal (a gosto)



Modo de preparo

Preparar a PVT conforme já descrito em receita anterior.

Refogar em óleo quente a PVT, os temperos e a ervilha ou o milho verde.

Esperar esfriar para rechear.

Para enriquecer, juntar ao recheio duas colheres de sopa de requeijão cremoso.



22. Rissoles de milho


Ingredientes

Massa

100 g de margarina

2 xícaras (chá) de resíduo de soja

2 xícaras (chá) de extrato de soja

5 xícaras (chá) de farinha de trigo

Recheio

3 xícaras (chá) de milho verde

1/2 litro de extrato de soja

3 cebolas raladas

2 colheres (sopa) de margarina ou óleo

3 colheres (sopa) de maisena

Cobertura

2 xícaras (chá) de farinha de rosca



Modo de preparo

Massa

Levar ao fogo a margarina, quando estiver derretida, adicionar a farinha de trigo e torrar levemente.

Adicionar o resíduo

Misturar até soltar do fundo da panela.

Retirar a massa. Colocá-la em um prato para esfriar e reservar.



Recheio

Bater no liquidificador uma xícara (chá) de milho verde com o extrato de soja.

Coar a massa líquida obtida em peneira e reservar.

Levar ao fogo a margarina e, refogar a cebola, os temperos e o restante do milho.

Juntar ao refogado o líquido coado, misturando sem parar.

Dissolver a maisena em água fria e adicionar ao "mingau" da panela, misturando sempre. Cozinhar até engrossar.

Após o cozimento, deixar esfriar, um pouco, para rechear os pastéis.



Montagem

Abrir a massa sobre uma superfície lisa e polvilhada com farinha de trigo.

Dispor o recheio e dobrar a massa.

Cortar a massa recheada e dobrada com auxílio de um cortador, ou com a boca de um copo.

Pincelar os rissoles com óleo e, a seguir, passar na farinha de rosca.

Fritar em óleo quente.



23. Torta de mandioca


Ingredientes

1 quilo de mandioca

1 xícara (chá) de resíduo de soja

1 xícara (chá) de cebolinha verde picada

1 xícara (chá) de salsinha picada

1/2 xícara (chá) de cebola picada

4 colheres (sopa) de margarina

1 colher (café) de açúcar



Recheio

300 g de PVT hidratado

5 dentes de alho

1/2 cebola picada

1/2 xícara (chá) de óleo

20 azeitonas picadas

1/2 xícara (chá) de cheiro verde picado

Sal (a gosto)



Modo de preparo

Recheio

Refogar em óleo quente a PVT previamente hidratada, juntamente com o sal, o alho e a cebola picados.

Acrescentar o cheiro verde picado.

Deixar cozinhar e, quando estiver com pouco caldo retirar do fogo e reservar.



Massa

Cozinhar a mandioca.

Esfriar, retirar os talos fibrosos e, amassar com garfo.

Adicionar o cheiro verde, a margarina e o resíduo.

Amassar bem até a mistura completa dos ingredientes.

Num recipiente (pirex) previamente untado com margarina, abrir a metade da massa.

Rechear com o PVT refogado.

Cobrir com o restante da massa, pincelar com óleo.

Levar ao forno para dourar.

Servir quente ou frio.



24. Macarrão com farinha de soja


Ingredientes

3 xícaras (chá) de farinha de trigo (400g)

1 xícara (chá) de farinha de soja

1 banana

1 colher (café) de sal

1 colher (sopa) de óleo de soja

150 ml (1 copo americano) de água morna



Modo de preparo

· Em um recipiente fundo (bacia) adicionar as farinhas de trigo e soja previamente peneiradas, a banana e a amassar com o auxílio das mãos;

· adicionar o sal, o óleo, e a água morna aos poucos e, continuar amassando até se obter uma liga completa da massa, ou seja quando não mais ficar resíduo de massa aderido às mãos;

· cortar a massa em porções;

· cilindrar, em máquina manual própria para massas, por três vezes consecutivas, iniciando pela regulagem "grossa" do cilindro e passando, em seguida, pelas regulagens intermediária e fina;

· espalhar a massa sobre uma superfície lisa (pedra mármore ou mesa de fórmica) polvilhada com farinha de trigo;

· salpicar farinha de trigo sobre as porções de massa já abertas e deixar secar;

· cortar a massa no cilindro de escolha (espaguete ou talharim) da máquina manual. O ponto de corte da massa se dá quando as bordas começam a levantar-se. A massa não deve ser cortada muito seca;

· depois de cortada a massa, espalhar as tiras de macarrão sobre uma superfície lisa (pedra mármore ou mesa de fórmica) polvilhada com farinha de trigo;

· deixar secar totalmente, ou se preferir cozinhar em seguida como massa tipo "fresca".



Cozimento do macarrão

· Em uma panela funda colocar água (suficiente para o cozimento de 500g de macarrão) para ferver e adicionar ½ colher (sopa) de sal e ½ colher (sopa) de óleo de soja;

· após levantar a fervura adicionar as tiras de massa cortadas;

· quando levantar a fervura novamente contar de 3 a 4 minutos, nesse ponto o cozimento do macarrão será "ao dente", ou seja com uma consistência mais firme.



Rendimento: aproximadamente 500g ou 4 porções



25. Vitamina de banana



Ingredientes

3 bananas maduras

1 colher de açúcar

1 litro de extrato de soja



Modo de preparo

Bater todos os ingredientes no liquidificador.



Obs: as bananas podem ser substituídas por melancia, melão ou maçã.

Rendimento: aproximadamente 1 litro.



26. Tofu - "queijo de soja"



1 ) Pesar 1 kg de grãos de soja, lavar com água de torneira e escorrer. Em seguida, colocar os grãos lavados em um recipiente e adicionar água filtrada até cobri-los e deixar de molho por uma noite (8-10 horas) em temperatura ambiente.

2) Escorrer a água do molho, enxaguar os grãos e escorrer a água.

3) Transferir os grãos para um liquidificador, adicionar 8 litros de água e liquidificar. Como os liquidificadores domésticos têm uma capacidade pequena, essa operação pode ser feita em diversas etapas, tomando-se o cuidado de manter a proporção de grãos e água e, ao final do processo, juntar todas as porções.

4) Transferir a mistura obtida para uma panela de alumínio grossa e cozinhar por 10 minutos numa temperatura de 95-100ºC, mexendo sempre para não pegar no fundo da panela.

5) Deixar esfriar e coar em tecido de trama fina ou em tecido próprio para coar coalho de leite de vaca - "pano de queijo".

6) Separar a porção líquida "leite de soja" obtida e medir o volume.

7) Preparar o agente coagulante - sulfato de magnésio (sal amargo). Para cada litro de leite de soja, dissolver uma colher de sobremesa rasa de ½ copo de água morna.

8) Adicionar a solução coagulante ao leite também morno (75-80ºC), agitando com uma colher para misturar bem o agente coagulante ao leite de soja.

9) Deixar o leite coagular e, após a formação do coágulo (tofu), esperar de 15 a 20 minutos sem mexer.

10) Transferir o coágulo para uma forma (caixa de metal ou madeira) perfurada e forrada com um tecido de malha fina e úmido. Cobrir com uma tampa também perfurada e que se encaixe no interior da forma. Prensar a forma com pesos homogeneamente distribuídos sobre a tampa durante 15 a 20 minutos.

11) Colocar a forma contendo o tofu prensado dentro de um recipiente (bacia) contendo água gelada e deixar por 5 minutos. A seguir, tirar da fôrma removendo o pano.

12) Cortar o coágulo obtido (tofu) em pequenos pedaços (cubos) e colocá-los em um recipiente contendo também água gelada. Deixar os cubos na água gelada por 1 hora.

13) Armazenar em geladeira os cubos de tofu em recipiente hermeticamente fechado (tipo "tupperware") com água gelada. Os cubos de tofu podem ser também armazenados em sacos plásticos selados em seladora elétrica ou tipo "zip loock" contendo também parte da água gelada do item anterior (12). Obs.: conservar sempre em geladeira (2-4ºC)



ATENÇÃO: Como agente coagulante pode ser utilizado também o Cloreto de Cálcio (CaCl2), na mesma proporção recomendada para o Sulfato de Magnésio (sal amargo).



27. Bolachas de soja



Ingredientes

1 xícara (chá) de margarina

2 bananas

1 e meia xícara (chá) de açúcar

1 xícara (chá) de farinha de soja

1 xícara (chá) de coco ralado

3 xícaras (chá) de polvilho doce



Preparo

Bater na batedeira a margarina, as bananas e o açúcar até formar um creme. Misturar a farinha de soja com o coco ralado ao creme, misturar bem e ir adicionando o polvilho doce até formar uma massa homogênea. Abrir a massa com o rolo e cortar os biscoitos no formato desejado. Colocar em forma untada e polvilhada com farinha de trigo, assar em forno baixo por mais ou menos 10 minutos.

Rendimento: 120 unidades



28. Colomba pascal



Ingredientes

Fermento

½ xícara (chá) de farinha de trigo

¼ xícara de (chá) de leite de soja morno

1 ½ colher (sopa) de açúcar refinado

2 tabletes (15g cada) de fermento biológico

1 pitada de sal



Massa

1 ½ xícara (chá) de farinha de trigo

½ xícara (chá) de farinha de soja

½ xícara (chá) de mistura para panetone (pamix)

¼ xícara (chá) de leite de soja (morno)

1 banana

1 xícara (chá) de frutas cristalizadas

½ xícara (chá) de uvas passas



Modo de preparo

Fermento

Preparar o leite de soja conforme a receita básica ou a partir do leite de soja em pó (encontrado no comércio), de acordo com a receita descrita na embalagem;

Adicionar, em um recipiente (Tupperware) com tampa, o leite de soja (morno) e o fermento;

Desmanchar o fermento;

Acrescentar o açúcar, o sal e a farinha de trigo;

Misturar bem os ingredientes; e

Tampar o recipiente, deixar em repouso por aproximadamente 15 minutos para que ocorra desenvolvimento do fermento.



Massa

No recipiente (tigela) da batedeira, adicionar o Pamix, a banana;

Bater bem até obter um creme homogêneo;

Desligar a batedeira e acrescentar o fermento já desenvolvido, o leite de soja (morno) e as farinhas de trigo e soja, misturadas e peneiradas previamente;

Misturar os ingredientes com auxílio das mãos;

Acrescentar as frutas cristalizadas e as uvas passas e misturar, também, com auxílio das mãos;

Dividir a massa em quatro porções iguais;

Modelar as quatro porções de massa na forma de bolas, do mesmo tamanho;

Distribuir as quatro porções (bolas) de massa na forma papel, própria para a colomba pascal;

Cobrir com pano de algodão limpo;

Deixar a massa crescer até o dobro do seu volume;

Levar ao forno, pré-aquecido, e assar em temperatura média por, aproximadamente , 40 minutos.



Cobertura

Depois de esfriar, a colomba pode ser confeitada com diferentes coberturas como exemplo: açúcar, chocolate ou foundant.



29. Ovo de páscoa



Ingredientes

1kg de chocolate meio-amargo em barra

200 g de kinako (grão de soja torrado e moído)

3 colheres de sopa de flocos de arroz



Modo de preparo

Em recipiente refratário, derreta o chocolate por aproximadamente 4 minutos no forno de microondas. Retire do forno e mexa até dissolver todo o chocolate. Pegue outra vasilha e coloque água com gelo. Coloque a vasilha do chocolate derretido na água gelada e mexa até voltar a temperatura ambiente.

Retire a vasilha da água gelada, acrescente o Kinako e o flocos de arroz. Mexa até misturar. Coloque na forma de ovo ou de bombom a primeira camada e leve ao congelador por alguns minutos. Retire e faça a segunda camada dando o acabamento nas bordas.



Rendimento: 2 ovos de 600g

Tempo de preparo: 1 hora



30. "Queijo” de soja (tipo ricota)



Ingredientes

3/4 de xícara (chá) de suco de limão;

sal a gosto (grosso ou fino);

4 xícaras (chá) de grãos de soja, deixados de molho no dia anterior.



Modo de preparo

Bater a soja no liquidificador - para cada xícara (chá) de grãos de soja utilizar 4 xícaras (chá) de água potável (filtrada);

coar num pano de algodão e, levar ao fogo o "leite" obtido;

quando ferver, diminuir o fogo e acrescentar aos poucos o suco de limão e não mexer mais;

deixar em fogo brando até o coágulo obtido subir à superfície e, formar uma "massa" ligada, firme e rígida;

despejar a massa (coágulo) num pano de algodão sobre uma peneira;

lavar com água fervendo por tres vezes;

- acrescentar o sal e despejar o coágulo numa forma plástica (própria para queijo), forrada com pano de algodão fino ("pano de queijo");

deixar escorrer por uma noite, prensando;

retirar da forma e armazenar em refrigerador.



Obs.: Não é necessário deixar o "queijo" de soja em água gelada, como normalmente é feito com o tofu.



O "queijo" obtido tem a textura semelhante à do queijo tipo ricota.

Adicionar todos os ingredientes, com exceção do óleo, no copo do liquidificador e bater.

Adicionar o óleo, bem devagar, no centro da massa até atingir uma consistência firme, quando ocorre o fechamento do "furo" no centro da maionese e o liquidificador não consegue mais bater.

IMPOTÊNCIA SEXUAL

Impotência 

É um sentimento que todos nós já sentimos, ao menos alguma vez na vida. Mas aqui trata-se de Impotência Sexual.
Interessante é que, sem que se o diga expressamente, já todos o perceberam e assumiram como um problema dos homens… Esse é um factor que agrava estas situações.
Refiro-me ao Preconceito Social, às “convenções” que padronizam as exigências de “performance” dos homens (e sobretudo dos candidatos a homens, os jovens), estigmatizando as falhas.
Dizem os entendidos que 70% dos casos de impotência se devem a problemas ou condicionantes de ordem física e 30% se devem a factores psicológicos.
Curiosamente, quando se tem em conta as faixas etárias, observa-se que a relação 70% - 30% se inverte completamente no caso dos jovens. Nestes, só cerca de 30% ou menos dos que “falham” é devido a problemas físicos e mais de 70% dos que “falham” é devido a problemas psicológicos; à interiorização dos tais preconceitos, ao medo de falhar…
Raio de preconceito que tantos problemas causa… Digo eu!

Desta mesma “família”, temos também as situações devidas a problemas decorrentes da convivência social, ou profissional, e dos relacionamentos inter-pessoais.
A especialidade deste blog não é “tratar” problemas psicológicos ou decorrentes de problemas sociais. Na verdade, para além duns chazinhos para descontrair e duma boa dose de auto cura, provavelmente a melhor solução para esses casos é “sentar a um canto e esperar que a crise passe”.
Estou a exagerar, é claro! “Sentar a um canto” não é solução para o que quer que seja; já uns bons passeios, a pé, por algum local calmo e agradável são capazes de ajudar bastante.

Resumindo, no dizer dos brasileiros, significa “dar um tempo” e descontrair, “partir para outra”(s) ocupações, distracções e pensamentos.

Vamos então ao lado da questão que nos interessa:
A maioria dos problemas físicos que provocam impotência são adquiridos pelo desgaste da vida e são originados por medicamentos.
Há ainda os que são devidos ao excessivo sedentarismo (ou à excessiva obsessão do culturismo e da adrenalina); e ainda há os que são provocados pelos maus hábitos alimentares ou vícios.
Os medicamentos que, comprovadamente, estão na origem de muitos destes casos são:
-- medicamentos para hipertensão (referem-se especificamente os que contêm espironolactona e os diuréticos, estes últimos por baixarem muito os sais minerais reduzindo a capacidade física);
-- medicamentos anti-depressivos e ansiolíticos (é referida a fenotiazina e os beta-bloqueadores);
-- medicamentos para problemas gastro-intestinais (cinetidina);
-- medicamentos para alergias;
-- tratamentos dos problemas da próstata…;
-- problemas de diabetes e colesterol alto, etc.

Também há situações decorrentes de problemas cardio-vasculares: insuficiência venosa e má circulação; tudo coisas para cujo tratamento há produtos naturais excelentes e com muito menos (ou nenhuns) efeitos secundários... pelo menos deste tipo.
Temos ainda as situações provocadas pelos vícios: de fumar, de beber demais, de comer mal (comer só, e em grande quantidade, coisas que fazem mal), toxicodependências, obsessão pela adrenalina (que pode dificultar a produção de testosterona).

Para se perceber o quanto estas situações podem ser frequentes e a grande quantidade delas que não têm qualquer importância (se o próprio não lha der, agravando), faço notar que algumas se devem a problemas que provocam instabilidade emocional, normalmente tratada com anti-depressivos e ansiolíticos, e que estes fazem parte dos medicamentos “culpados”; isto é: que provocam impotência. Portanto, em casos de estresse, ansiedade ou instabilidade emocional, mesmo que devida a problemas sociais, (que não podemos resolver aqui) beba uns chazinhos e dê uns passeios que curam mais depressa e não provocam impotência, bem pelo contrário: ajudam a tratar.

Também há uma infinidade de casos provocados pelos diuréticos…
Pois é! Mas uma grande parte dos anti inflamatórios, que se usam até para tratar uma gripe vulgar, uma distenção muscular e por aí fora, são diuréticos e têm probabilidade de provocar alguma situação pontual destas.
Se o próprio não ligar importância, não interiorizar complexos e preconceitos tolos, a crise passa rapidinho e não deixa sequelas; se não, pode ser “pior a emenda do que o soneto”, porque passa a “problema psicológico”, a trauma (os tais que não são a “nossa especialidade”).

Portanto, qualquer que seja o seu problema de saúde, explore bem as possibilidades de tratamentos naturais, antes de se “enfrascar” em medicamentos que tratam um problema e provocam dois.
A cavalinha (equisetum arvense), por exemplo, é um bom diurético e também é remineralizante (repõe os sais minerais). Há outras plantas com essas características.

Desfaça-se dos vícios que, a longo prazo, lhe destroem a saúde e causam sequelas também desta natureza.
Aprenda a comer e a cuidar da sua saúde por essa via. O bem-estar físico é duma importância vital nesse tipo de coisas.
Desfaça-se do sedentarismo, inclusive no que respeita a actividades intelectuais e de socialização

Eis uma lista, resumidíssima, de plantas que podem ser usadas para recuperar a auto-confiança e não só. Use doses reduzidas, cujos efeitos demoram mais mas são mais eficazes e evitam as contra-indicações:
Hipericão, Damiana, Alecrim, Guaraná, Ginseng, Manjericão, Pau de Cabinda

Há quem use, nesses casos, "soluções" mais radicais: o consumo de mosca azul mexicana, ou de algum batráquio que delas se alimente, pode provocar até erecções dolorosas...

A Cultura e a Civilização Como Fatores Sanitários


Tem-se considerado, insistentemente, a cultura e a civilizaçâo como causas de numerosas enfermidades, antes de ter chegado, finalmente, criaçâo de conceitos como a praga da cultura e doenças da civilizaçâo;. Hoje em dia, compreendem estas expressões, tanto na literatura técnica como na popular sobre problemas sanitarios, uma série de enfermidades do metabolismo e da nutrição, como a cárie dentária, a periondontose, a ùlcera de estômago, a diabetes, a obesidade, as doenças, do fígado, vesímcula, rins, coraçâo e vasos, assim como o reumatismo, o câncer e a tuberculose.
Um observador superficial poderia tirar a conclução de que a cultura e a civilizaçao coisas não desejáveis e, inclusive, francamente prejudiciais. Desde alguns anos até agora, exagerando a realidade, aumentam as vozes dos que atribuem á cultura e civilização mais inconvenientes do que vantagens para o homem, para o qual situam a cultura e a civilização muito longe da Natureza, pondo-as até em contradição com esta última.
Cultura e incultura
Toda a autêntica cultura exige, previamente, determinado estado de fé. Tanto nos aspectos material como espiritual, tal estado de fé manifesta-se mediante a convicção de a pessoa poder conhecer-se amplamente e desenvolver-se partindo das próprias possibilidades, mediante um trabalho entusiasta.
No aspecto espiritual, trata-se da convicção referente a normas e valores morais que se têm de alcançar e pôr em prática. Quer dizer: vivificar-se. ,Ter cultura,, significa conseguir o domínio sobre si mesmo, sobre as mas inclinações e paixões. E a formação de um caráter firme e moral, um anelo mais para lá da vida, uma ponte entre o que os nossos sentidos captam e não captam, o passo para a eternidade. A cultura é, pois, coisa do coração. Como é que tal coisa pode levar a »pragas da cultura»?
Mas, continua a ser para nós a cultura coisa do coração? Ortega & Gasset afirmou que o homem europeu ja não acredita em nenhuma norma ética. No centro do seu modo de vida encontra-se a preocupação de viver sem peias morais. A sua posição perante a vida parece resumir-se no seguinte: julga ter todos os direitos e nem um só dever. É, por conseguinte, a «incultura» do europeu o que provoca essas tais «pragas da cultura». A incultura torna-nos doentes. Opõe-se á Natureza e perturba a obra de Deus.
Embora hoje muitos homens se esqueçam de procurar o bem, a verdade, a cultura, isso não quer dizer que se tenham esquecido de os valoriz ar e reconhecer quando se manifestam nos outros homens, de uma forma pura e desinteressada. A cultura e o progresso autênticos têm de ser aceitos no quadro das possibilidades naturais como missões impostas por Deus, pois que por elas se conhece e adora o Criador e não as Suas criaturas.
A Civilização, Cultura Organizada
A civilização, pelo contrario, é apenas uma parte da cultura, exatamente o seu aspecto técnico. É componente essencial da cultura, necessaria para poder levar a efeito as suas idéias e teorias. A civilização é um produto da razão, um instrumento de que o homem se serve, um meio para alcançar um fim, por isso muito diferente, porque leva consigo o perigo de que os homens não a dominem, mas sejam dominados por ela. Involuntariamente, pensa-se na «vida burguesa» quando se ouve a palavra «civilização», precisamente porque procede do vocábulo latino «civis» (homem da cidade, do burgo). Todas as circunstãncias precisas para a forma de vida de uma comunidade humana, como a legislação, administração, organismos sociais, técnicas, reforma das condições naturais de trabalho, vida e alimentação, a industrialização e a concentração urbana consequente, são obra da civilização.
Se nos perguntarmos quais são os efeitos da civilização sobre a sáude do homem, não podemos deixar de reconhecer que, juntamente com os numerosos efeitos positivos e a ampliação do espaço vital, trouxe ela consigo uma longa sirie de graves prejuízos, que temos de enfrentar racionalmente, do mesmo modo que racionalmente fomos criando a civilizaçâo. É aqui que começa precisamente a nossa tarefa. Importa conhecer, em primeiro lugar, os danos que a nossa existência civilizada ocasionou ` nossa sáude, a cada um de nós. Em segundo lugar, poremos a questão de como preveni-los ou compensa-los.saude atraves da alimentação