terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Calvície Feminina
Alopécia androgênica
A calvície, que já incomoda bastante os homens, quando acomete as mulheres pode ser causa de grande ansiedade e sofrimento emocional. Os cabelos tem grande importância na estética da mulher e são muito valorizados como característica feminina. A perda deles traz enorme significado em relação à auto-estima sendo motivo frequente de busca de tratamento.
A alopécia androgênica (calvície) é uma manifestação fisiológica que atinge principalmente os homens, mas que também pode afetar as mulheres. Ocorre devido à uma herança genética e o histórico de calvíce pode vir tanto do lado da mãe como do pai.
O processo acontece devido a ação da enzima 5-alfa-redutase sobre o hormônio testosterona (a mulher também apresenta este tipo de hormônio, porém em menor quantidade que o homem) resultando no subproduto DHT (dihidrotestosterona). Este último age sobre os folículos pilosos, provocando o seu afinamento e miniaturização.
Outras causas, como anemia ou alterações tireoideanas, podem provocar a queda dos cabelos nas mulheres, porém a manifestação ocorre de forma diferente, também provocando rarefação dos cabelos mas sem o afinamento característico da alopécia androgênica.
Mulher fica careca?
A perda dos cabelos geralmente se inicia após a puberdade, quando os hormônios sexuais começam a ser produzidos.
A evolução é lenta e o mais comum é ocorrer uma rarefação difusa dos cabelos, que se tornam finos e tem seu tamanho diminuído.
Dificilmente a mulher chega a ficar careca, mas isso pode acontecer em casos de maior intensidade e em mulheres de idade mais avançada.
Calvície feminina
O quadro pode se tornar mais intenso se a mulher apresentar alterações hormonais, como a síndrome do ovário policístico ou o hirsutismo. Em algumas mulheres, a alopécia androgênica só começa a se manifestar após a menopausa, quando ocorre uma diminuição da produção dos hormônios femininos.
Tratamento
A calvície feminina pode ser tratada e o principal resultado da melhora é o resgate da auto-estima. O tratamento visa evitar a ação hormonal sobre os folículos, revertendo o processo de afinamento e miniaturização e é feito com o uso de anti-andrógenos (combatem a ação dos androgênios: hormônios masculinos).
Podem ser utilizados por via oral ou sob a forma de loções aplicadas no couro cabeludo. A finasterida, medicamento utilizado com sucesso no tratamento dos homens, não é indicada para o tratamento de mulheres, mas outros produtos podem obter resultados semelhantes.
Além disso é feito o estímulo ao crescimento dos cabelos, com suplementação vitamínica e substâncias de uso local.
O tratamento é contínuo e os resultados podem demorar um pouco a aparecer, devendo-se ter paciência e perseverança. Muitas vezes é necessária a troca do medicamento até que se obtenha o melhor resultado. Se o tratamento for interrompido, o processo se reinicia e a queda voltará a acontecer.
Pode ser necessária uma avaliação hormonal e a realização de exames que excluam outras causas da queda dos cabelos, como o eflúvio telógeno e a alopécia areata. A indicação do melhor tratamento depende de cada caso e deve ser determinada pelo médico dermatologista.
Fonte: www.dermatologia.net
Calvície Feminina
Na mulher, o problema é difuso e está associado a fatores hereditários, hormonais e ao estresse, mas tem solução. Loções, medicamentos orais, injeções e aplicação de corrente elétrica são algumas das alternativas para prevenir a perda de cabelos
No início, ela passa despercebida. Com o tempo, os sinais da calvície feminina se tornam evidentes no espelho. Ao contrário dos homens, que começam a perder fios na parte frontal da cabeça, na mulher o problema é difuso e está associado a fatores hereditários, hormonais e ao estresse, mas tem solução.
Loções, medicamentos orais, injeções e aplicação de corrente elétrica são algumas das alternativas para prevenir a perda de cabelos na mulher.
Segundo a dermatologista Paula Bellotti Azevedo, da Sociedade Brasileira de Dermatologia, a queda de cabelos nas mulheres costuma ser mais acentuada em situações específicas, como pós-parto, amamentação, menopausa, interrupção do uso da pílula anticoncepcional e em casos de depressão, além de estresse.
“Anemia, infecções, carência de ferro, alterações hormonais e dietas rígidas agravam a situação. É preciso fazer exames clínicos e laboratoriais para saber a origem do problema. Um teste útil no diagnóstico é o tricograma, que faz a análise dos fios”, diz.
Ela explica que há dois tipos de calvície feminina mais freqüentes. Uma delas é a alopécia androgenética, de origem hereditária e que produz a perda lenta e gradual de fios a partir da linha que separa o cabelo. Os fios ficam mais finos e menos numerosos.
Outra situação é o eflúvio telógeno. Este nome complicado significa a queda acelerada e temporária dos fios. Quase sempre é decorrente de trauma emocional.
Mas pode estar associada a infecções, doenças da tireóide, oleosidade e dermatite seborréica. Nesses casos, é preciso tratar primeiramente as causas.
“Há ainda uma terceira forma de calvície, chamada de alopécia areata, cuja queda é localizada e, em alguns casos, pode até atingir outras áreas, como sobrancelhas e genitália. Também está relacionada ao estresse”, explica Paula.
INJEÇÕES DE CORTICÓIDES
No caso da alopécia areata, uma opção no tratamento são as injeções locais de corticóides e outras drogas que atacam as células que inibem o crescimento dos fios. As aplicações são realizadas em intervalos de 15 dias.
Geralmente, o tratamento da calvície feminina combina o uso de drogas tópicas e orais. Para a dermatologista, a melhor saída ainda é a aplicação diária de loção de minoxidil, em concentrações de 2% a 5%. “Para ajudar no tratamento, podemos receitar xampus à base de jaborandi e cisteína, um aminoácido”, explica.
No tratamento oral, dependendo da história clínica e do resultado laboratorial, ela recomenda suplementos vitamínicos (principalmente aqueles à base de biotina, piridoxina e aminoácidos).
Por exemplo: o acetato de ciproterona neutraliza os efeitos dos hormônios androgênios. Já a flutamida bloqueia o receptor andrógeno, diminuindo a quantidade do hormônio masculino na raiz do folículo capilar.
Já a dermatologista carioca Elaine Sênos, lembra que outra opção no tratamento da calvície é a iontoforese uma vez por semana. Ela consiste na introdução nos tecidos, por meio de corrente galvânica (elétrica), de uma fórmula à base de adstringentes, aminoácidos, vasodilatadores, vitaminas e outros medicamentos contra calvície.
“Na iontoforese, o produto é aplicado diretamente no folículo piloso. Além de desobstruí-lo, estimula o bulbo capilar. A sessão dura cerca de 20 minutos”, diz Eliane.
Em casos mais graves, quando a paciente não responde ao tratamento clínico, há ainda a opção do microimplante de fios.
Fonte: www2.uol.com.br
Calvície feminina (alopécia androgênica)
Estética
Calvície feminina (alopécia androgênica)
A calvície, que já incomoda bastante os homens, quando acomete as mulheres pode ser causa de grande ansiedade e sofrimento emocional. Os cabelos tem grande importância na estética da mulher e são muito valorizados como característica feminina. A perda deles traz enorme significado em relação à auto-estima sendo motivo frequente de busca de tratamento.
A alopécia androgênica (calvície) é uma manifestação fisiológica que atinge principalmente os homens, mas que também pode afetar as mulheres. Ocorre devido à uma herança genética e o histórico de calvície pode vir tanto do lado da mãe como do pai.
O processo acontece devido a ação da enzima 5-alfa-redutase sobre o hormônio testosterona (a mulher também apresenta este tipo de hormônio, porém em menor quantidade que o homem) resultando no subproduto DHT (dihidrotestosterona). Este último age sobre os folículos pilosos, provocando o seu afinamento e miniaturização.
Outras causas, como anemia ou alterações tireoideanas, podem provocar a queda dos cabelos nas mulheres, porém a manifestação ocorre de forma diferente, também provocando rarefação dos cabelos mas sem o afinamento característico da alopécia androgênica.
Mulher fica careca?
A perda dos cabelos geralmente se inicia após a puberdade, quando os hormônios sexuais começam a ser produzidos. A evolução é lenta e o mais comum é ocorrer uma rarefação difusa dos cabelos, que se tornam finos e tem seu tamanho diminuído. Dificilmente a mulher chega a ficar careca, mas isso pode acontecer em casos de maior intensidade e em mulheres de idade mais avançada.
O quadro pode se tornar mais intenso se a mulher apresentar alterações hormonais, como a síndrome do ovário policístico ou o hirsutismo. Em algumas mulheres, a alopécia androgênica só começa a se manifestar após a menopausa, quando ocorre uma diminuição da produção dos hormônios femininos.
Tratamento
A calvície feminina pode ser tratada e o principal resultado da melhora é o resgate da auto-estima. O tratamento visa evitar a ação hormonal sobre os folículos, revertendo o processo de afinamento e miniaturização e é feito com o uso de anti-andrógenos (combatem a ação dos androgênios: hormônios masculinos). Podem ser utilizados por via oral ou sob a forma de loções aplicadas no couro cabeludo.
A finasterida, medicamento utilizado com sucesso no tratamento dos homens, não é indicada para o tratamento de mulheres em idade fértil devido a possíveis problemas em caso de gravidez, mas outros produtos podem obter resultados semelhantes.
Além disso é feito o estímulo ao crescimento dos cabelos, com suplementação vitamínica e substâncias de uso local.
O tratamento é contínuo e os resultados podem demorar um pouco a aparecer, devendo-se ter paciência e perseverança. Muitas vezes é necessária a troca do medicamento até que se obtenha o melhor resultado. Se o tratamento for interrompido, o processo se reinicia e a queda voltará a acontecer.
Pode ser necessária uma avaliação hormonal e a realização de exames que excluam outras causas da queda dos cabelos, como o eflúvio telógeno e a alopécia areata. A indicação do melhor tratamento depende de cada caso e deve ser determinada pelo médico dermatologista.
O que é TRIBULUS TERRESTRIS
O que é TRIBULUS TERRESTRIS ?
TRIBULUS TERRESTRIS é uma erva natural, comumente conhecida como a videira da punctura (picada ou ferimento feito com punção) que tem sido usada durante séculos na Europa para tratamento da impotência e como um estimulante para ajudar a aumentar o impulso e o desempenho sexual. Como apoio atlético, esta potente erva tem sido observada e estudada para realçar a produção do LH (hormônio luteinizante) e impulsionar os níveis de testosterona. Este poderoso extrato, como DHEA e Androstenediona, pode ajudar a elevar os níveis de testosterona sem perigo e seus efeitos têm sido cobiçados pelos atletas búlgaros durante décadas.
O Tribulus terrestris vem sendo produzido e consumido em larga escala em toda a Europa, graças aos resultados positivos que apresenta no combate à impotência e à queda de libido em pacientes de ambos os sexos
Dr. Décio Luiz Alves, Médico Ginecologista da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
O Tribulus terrestris provoca vasodilatação na região genital, o que pode explicar os seus efeitos sobre a ereção. Pode aumentar ainda a contagem de espermatozóides, bem como a sua motilidade, podendo, por isso, ser um auxiliar precioso para tratar a infertilidade. Em mulheres, diminui os sintomas da frigidez sexual, aumenta a libido e reduz os sintomas da menopausa.
Ao aumentar as concentrações plasmáticas de testosterona, aumenta também produção de músculo como efeito anabólico. A testosterona é vital porque desempenha vários papéis essenciais no nosso organismo, em especial, a síntese de massa muscular, com os conseqüentes ganhos de força.
O Tribulus Terrestris é um adaptógeno da testosterona. Em medicina um produto é classificado com adaptógeno quando tem a propriedade de reequilibrar o organismo toda vez que este se encontrar alterado. Estudos clínicos têm mostrado que o aumento dos níveis de testosterona tem efeitos positivos não somente na força física e resistência, como também na função sexual, na densidade mineral óssea, metabolismo e nos níveis de imunidade. Por isso, é também muito indicado para idosos com problemas como artrite, artrose, fraqueza muscular e fadiga crônica.
Por que eu deveria usar TRIBULUS TERRESTRIS ?
Como DHEA e Androstenediona, Tribullus terrestris pode naturalmente favorecer a produção da testosterona. Testosterona é vital porque ela desempenha vários papéis essenciais em nosso corpo, incluindo a construção do músculo e força. Atletas estão usando Tribulus terrestris para ajudar a garantir que seus níveis deste hormônio natural estejam nos níveis normais em qualquer tempo. Isto pode, portanto, garantir que os níveis de testosterona sejam mantidos completos na plataforma natural e sem o uso de drogas perigosas como os esteróides. Vale ressaltar que esta planta não é proibida pelo COI (Comitê Olímpico Internacional).
Que pesquisas foram feitas sobre o TRIBULUS TERRESTRIS ?
Quando os cientistas iniciaram as primeiras pesquisas sobre Tribulus terrestris, eles tinham como único propósito, descobrir um seguro e natural tratamento para deficiências sexuais. Estas pesquisas levaram à descoberta do Tribulus terrestris que eleva significantemente os níveis do LH e da Testosterona. Um outro estudo seguinte, conduzido sobre homens sadios com 28-45 anos, mostrou que 3 (três) doses de 250 mg, tomadas uniformemente durante todo o dia, por justamente cinco dias, elevou os níveis de testosterona em perto de 30% ou mais. Estudos adicionais confirmaram os estudos feitos anteriormente e também mostraram que, além de uma elevação nos níveis da testosterona, indivíduos observaram um aumento na libido, freqüência e força na ereção e recuperação da atividade sexual. Outras mudanças foram notadas: redução do colesterol, humor melhorado, aumento da auto-confiança e do desejo de enfrentar desafios.
O Instituto Químico-Farmacêutico em Sofia, na Bulgária, conduziu estudos clínicos com Tribulus terrestris, que mostraram uma melhoria nas funções reprodutoras, incluindo aumento na produção de esperma e testosterona em homens.
Nas mulheres verificou-se um aumento da concentração de hormônios, incluindo o estradiol, com alteração ligeira da testosterona e melhoria da função reprodutora, libido e ovulação.
Um outro estudo envolvendo indivíduos saudáveis que tomaram 750mg/dia de Tribulus terrestris, avaliaram as respostas hormonais que revelaram aumentos de LH de 14,38 ml/U/ml para 24,75mI/U/ml. A testosterona livre nos homens também aumentou de 60ng/dl para 84,5ng/dI3.
Outro estudo realizado em mais de 200 homens que sofriam de impotência, revelou que muitos dos homens experimentaram aumento dos níveis de LH e testosterona, da produção de esperma e da sua motilidade.
Que dose de TRIBULUS TERRESTRIS deverei tomar ?
Por enquanto não existe um guia definitivo sobre que dosagem de Tribulus terrestris que deverá ser tomada. Há diferentes diretrizes sugeridas por especialistas no campo médico. A mais sugerida é 250-1500 mg por dia, tomada uniformemente durante todo o dia.
Quais os efeitos colaterais causados pelo TRIBULUS TERRESTRIS ?
Igualmente como qualquer suplemento, cautela deverá ser exercida quando pensar em tomar Tribulus terrestris. Nos estudos das pesquisas feitas nenhum efeito adverso foi notado proveniente do uso de Tribulus terrestris. Além disso, em pesquisa adicional, nenhum efeito adverso foi demonstrado sobre o sistema nervoso ou cardiovascular. Até este momento nenhuma toxicidade ou efeito negativo ocorreu quando Tribulus terrestris é usado como suplemento nutricional.
Deverei “ciclar” (alternar) o TRIBULUS TERRESTRIS ?
Não há nenhum indício que mostre conclusivamente qual deveria ser a dosagem ótima e a duração de Tribulus terrestris. Muitos estudos das pesquisas feitas usaram 750 mg de Tribulus terrestris por curto período de tempo. Ao contrário de DHEA e Androstenediona, Tribulus terrestris não é produzido pelo corpo, contudo, o uso prolongado poderia “minimizar” seus efeitos e fazê-lo menos potente. O uso a longo prazo e seus efeitos ainda não foram estudados, portanto, “ciclar” Tribulus terrestris pode ser vantajoso.
Existem diferentes maneiras de “ciclar” que têm sido usadas como rotina. Estas incluem um ciclo de 3 semanas usando, seguido de outro ciclo de l a 3 semanas sem uso, ou uma dosagem padrão com ciclo decrescente, tal como 4 a 6 semanas “on” (usando) seguido por 3 a 6 semanas “off” (sem usar). Como é o caso com toda suplementação, a melhor decisão é a chave do sucesso. Conhecer seu corpo e seus limites é tão decisivo para a própria suplementação como é para o próprio treinamento.
domingo, 22 de janeiro de 2012
A Garcinia cambogia
tem despertado grande interesse pela sua capacidade de reduzir o apetite e diminuir a vontade de comer doces, sem efeitos secundários.
A Garcinia cambogia é uma pequena árvore originária das florestas da região do Camboja, Sul de África e Polinésia e cultivada na Índia e em países do Extremo Oriente. Na Índia, a Garcínia ou “Tamarindo do Malabar” é usada desde há centenas de anos, quer na Medicina Ayurvédica, quer na culinária tradicional, incluída na preparação do caril e na conservação de alimentos, sem qualquer registo de toxicidade. A Garcínia pertence à família das Gutiferáceas e as partes da planta mais utilizadas são a casca seca e polpa do fruto. O fruto da Garcínia tem, aproximadamente, o tamanho de uma laranja, parecendo-se, no entanto, com uma pequena abóbora.
O ácido hidroxicítrico (AHC) é o principal ácido encontrado na pele do fruto e responsável pelas propriedades saciantes da Garcínia.
Ácido hidroxicítrico (AHC)
O AHC apresenta três acções para promover a perda de peso:
1. Agente bloqueador de gorduras – os hidratos de carbono, ingeridos em excesso, são transformados e armazenados como gordura. Neste processo é necessária a participação de uma enzima chave, a ATP-citrato liase. O AHC liga-se a esta enzima bloqueando-a, inibindo consequentemente o armazenamento de gordura.
2. Mais glicogénio – as calorias que não são armazenadas sob a forma de gordura vão ter outro destino. Ao bloquear a ATP-citrato liase, o AHC tem a capacidade de transferir as calorias para formar glicogénio (forma de açúcar armazenada nos músculos e no fígado).
3. Redução do apetite – o AHC controla o apetite através de uma maior síntese de glicogénio, ou seja, quando as reservas de glicogénio estão altas, os receptores do açúcar no fígado são estimulados e enviam um sinal de saciedade ao cérebro (sem estimular o sistema nervoso central). Outro processo assenta na capacidade do AHC em estimular a libertação da serotonina, um neurotransmissor vital envolvido no controlo do apetite. Trata-se também de um modo completamente natural de alterar a fisiologia do organismo e promover a perda de peso.
Causas Psicológicas da Impotência e Seus Tratamentos Comuns
A impotência é um bom assunto a enfrentar entre os homens. Alguns encaram-no como um fim inevitável à sua função sexual enquanto outros são optimistas em que existe uma cura para ele. Contudo, a maioria dos homens desconhece que o melhor tratamento para a impotência é um dos que visa a causa da raiz do problema.
Como ponto de partida, existem muitas causas físicas conhecidas que podem contribuir para a condição, mas também existem muitas causas psicológicas que muitas vezes os homens não prestam atenção. Claro está, existem muitas causas psicológicas da impotência e que podem ser mais serias que as fisiológicas. Totalmente oposto à impotência fisiológica, a classificação psicológica muitas vezes ocorre de repente. Se bem que normalmente se diga que apenas cerca de um décimo de todos os casos de impotência são atribuídos a etiologias psicológicas, porém isto tem de ser posto em consideração.
Alguns dos factores psicológicos mais comuns ou causas incluem o seguinte:
Auto estima baixa
Depressão e ansiedade
Stress
Aborrecimento e fadig
Problemas maritais
Sentimentos homossexuais não resolvidos
Com a auto-estima baixa, especialmente se a pessoa tem uma experiência prévia de um episódio inesperado de disfunção eréctil, ele pode pensar que é imprestável ou incapaz de uma erecção. Isso irá dar origem a sentimentos de pessimismo em particular para o homem que continuamente acredita que não pode funcionar bem, sexualmente.
Para além disso, você sabia que o stress e a ansiedade podem despoletar a libertação de substâncias químicas no corpo chamadas de catecolaminas? Sim, a adrenalina é um exemplo muito comum e que é libertada durante períodos do voo ou de uma resposta a uma luta. Quando um homem está sujeito a um volume tremendo de stress, ele vai bombear mais dessas catecolaminas. A única acção nociva é a de que estas substâncias o impedem de atingir uma erecção.
De modo semelhante a depressão clínica pode dar origem a problemas de erecção porque a pessoa que toma algum tipo de medicamento anti-depressivo, muitas vezes experimentam a impotência como efeito colateral.
Além disso, sentir-se aborrecido e fatigado reduz os recursos de energia no homem que são necessários durante o sexo. No final, um homem pode parecer lento a “aquecer” ou apático em relação ao sexo porque ele se sente sempre fraco e sem energia.
Se o parceiro masculino também tem algumas emoções negativas contra a sua esposa, então isso também pode ser um problema. Estar zangado com o seu parceiro, vai invocar sentimentos de ódio que podem evitar que o homem venha a ter qualquer pensamento sexual. Sem fantasias sexuais e a intimidade para fazer sexo, o marido não vai atingir qualquer forma de erecção.
Também há a presença de sentimentos homossexuais não resolvidos que podem impedir um indivíduo de atingir uma erecção. Se alguma vez o homem ainda duvidar da sua sexualidade verdadeira, então ele irá passar um mau momento durante o acto sexual. Ele até se pode sentir enojado quando está na cama com uma mulher. Esta causa psicológica vai dar origem a sentimentos de culpa que o tornam incapaz de uma experiência sexual com sucesso.
Portanto, para rebater todas estas causas psicológicas de impotência temos de visar em primeiro lugar a causa real do problema. Se bem que tanto a impotência psicológica como a fisiológica partilham quase todas as mesmas opções de tratamento, a abordagem ao tratamento psicológico é melhor para a impotência que o psicológico quanto à sua natureza. Para a depressão, o homem tem de possuir um escape para redireccionar a sua depressão. Ele também tem de se sentir optimista em relação ao sexo. O stress ou estar demasiado ansioso também devem ser evitados porque alguma energia tem que ser reservada para o sexo. Volte a ganhar intimidade e estar envolvido em carícias, preliminares e aconselhamento matrimonial. Por ultimo, esteja certo que se sente como um homem ou deverei dizer, ser um homem! Se você seguir todas estas hipóteses então você terá uma experiência sexual gratificante.
Frigidez Feminina
Especialista esclarece mitos e aborda detalhes do problema
Nos anos 80 e 90, a banda Blitz lançou no Brasil um grande sucesso, "Bete Frígida". No contexto da música, "Bete" era uma moça esnobe, sem nenhuma sexualidade, com alterações afetivas. Talvez este sucesso tenha se dado, pelo fato da música abranger um tema tão polêmico. A partir desta época no país, começou a interrogação: o que é ser frígida?
Vários conceitos tentaram esclarecer o que seria a frigidez, algo como não gostar de sexo, ser assexuada e vários outros. Nos dias de hoje, temos como conotação de frigidez um termo amplo, sem significado, justamente por ter uma conotação ambígua e pejorativa. Começou-se então estudar a colocação da palavra e o que ela realmente significaria.
De acordo com a ginecologista e especialista em sexologia, Dra. Luciana Sereno França, hoje a "frigidez" é denominada como disfunção sexual feminina, ou alteração da função sexual, principalmente do desejo sexual, e esta disfunção se deve na maioria das vezes a bloqueios total ou parcial da resposta psico-fisiológica.
A resposta sexual feminina, segundo a especialista, se caracteriza pelo trinômio, desejo, excitação e orgasmo, e este bloqueio pode se inserir em qualquer uma destas fases. Quando se dá na fase do desejo, estamos diante de uma disfunção que chamamos de inapetência sexual, podendo ser conhecida como distúrbios da pulsão sexual ou distúrbios da libido. Parece ser esta alteração, nesta fase, a mais importante, pois é ela o início de toda a resposta sexual feminina. Já quando o bloqueio ocorre na fase de excitação, a disfunção está representada pela alteração na lubrificação vaginal. Se o bloqueio é na fase orgástica, consideramos como anorgasmia feminina.
A especialista esclarece que estatisticamente é difícil achar um exato percentual desta população, ou fazer um estudo randomizado desta população, pois além dos aspectos culturais, existe ainda uma série de preconceitos considerados fortes. Fato que dificulta de forma bem acentuada, a confiabilidade das incidências apresentadas, acrescenta.
Na rotina do consultório ginecológico, explica a médica, é uma queixa tão freqüente concorrendo com a leucorréia, os chamados corrimentos e alterações menstruais. Este fato se torna evidente à medida que as leucorréias e distúrbios menstruais já possuem um tratamento efetivo, pois as disfunções sexuais exigem uma abertura maior para serem expostas, compara.
Causas
As causas de disfunções sexuais se classificam em orgânicas e psicológicas. "É difícil caracterizar qual disfunção é determinada por fatores físicos ou por fatores psicológicos". É importante, no entanto, salientar que nas dispareunias (dor nas relações sexuais) há um componente orgânico importante, assim como nos casos de vaginismo (dor na relação sexual por contratura involuntária da musculatura perineal) e de anorgasmia (ausência de orgasmo), na qual o comprometimento na maioria das vezes é psicológico.
Dentre as causas psicológicas, é preciso ressaltar as questões sócio-culturais (educação sexual castradora), fatores religiosos, tabus e crendices. Nas causas comportamentais, a médica destaca as vivências sexuais destrutivas, violências sexuais, medo de engravidar, experiências obstétricas traumáticas, relações diádicas inadequadas (diálogo limitado com o parceiro). Estas inadequações além de criarem um ambiente sexual destrutivo, com freqüência pioram a comunicação do casal.
É importante diferenciar bem as fases da resposta sexual, e identificá-las para uma correta instituição terapêutica, por exemplo, uma mulher durante o período do climatério pode estar com o desejo sexual adequado, o que não quer dizer que a fase de lubrificação estará também adequada. A apetência sexual é um fenômeno psicológico e nato do ser vivo, como a fome, a sede, e outros, enquanto a lubrificação é um fenômeno fisiológico.
Inapetência
Segundo a sexologista, uns acham que "frigidez" é sinônimo de anorgasmia, para outros significa falta de excitação sexual e ainda tem os que agrupam todos os fenômenos da resposta sexual achando que "frigidez" é definida como a falta de desejo, de excitação e de orgasmo. Esta uniformidade terminológica contra-indica esta expressão na sexologia clínica moderna. É evidente que a apetência sexual varia de acordo com o grupo estudado e momento de vida desta sociedade. Alguns fatores influenciam diretamente neste contexto. Entre eles, é preciso destacar problemas econômicos, afetivos, culturais entre outros.
Assim, ratifica a especialista, "numa sociedade que explora o corpo da mulher e do homem como atrativos para venda de produtos de grandes empresas, numa sociedade que nos consome todo o momento com novos mecanismos erotizados, deixa pouco espaço para as fantasias sexuais próprias do indivíduo."
A inapetência pode ser caracterizada, como primária, secundária ou adquirida. Na inapetência primária consideramos aqueles indivíduos que nunca tiveram desejo sexual, comumente conhecido como assexuados. "É o modo de ser do indivíduo".
Já na inapetência secundária ou adquirida, o indivíduo tinha um desejo sexual constante, e de uma forma brusca ou lenta, este desejo deixou de existir. Normalmente isto pode acontecer após acontecimentos traumáticos, como as frustrações, decepções afetivas, e outras situações que causam angústia e tristeza, uso de drogas, como a cocaína, por exemplo, que apesar de ter um efeito excitante no sistema nervoso central, parece ter um efeito negativo no desejo sexual por lesar células nervosas condutoras de estímulos reflexos.
A especialista comenta ainda que é interessante como a inapetência sexual é encarada em alguns grupos sociais. Algumas mulheres, por exemplo, reagem desde uma aceitação passiva, emprestam o corpo para satisfação do parceiro, e outras de uma maneira geral, evitam o ato sexual, criando uma série de desculpas como costumamos conhecer, exemplo clássico disto, é uma dor de cabeça, "algumas chegam a ponto de criarem doenças psicossomáticas para justificarem o desânimo sexual".
História e Orientação
Há mais ou menos 1.500 anos foi escrito um livro - "Kama Sutra" - com uma lista de receitas para melhorar o apetite sexual. Hoje se propõe afrodisíacos mágicos contendo a fórmula do interesse sexual contínuo, porém, "todos os métodos que aparecerem de forma milagrosa para o tratamento das inadequações sexuais, como receitas de bolo, estão fadados ao fracasso, uma vez que só terá algum sucesso a terapêutica voltada para aquele casal, ou a aquela mulher especificamente", comenta a médica.
De acordo com a médica, o ideal seria a orientação de um especialista, pois, o emudecimento sexual das pessoas torna a terapia difícil e duvidosa. "O Importante é avaliar quais áreas estão comprometidas no relacionamento, área da emoção, da cognição, da comunicação. Para uma boa resposta terapêutica, devemos seguir alguns tópicos importantes, como o esclarecimento, a abertura de diálogo, extinção de tabus e crendices, relaxamento e, às vezes, até os ansiolíticos para casos de grande ansiedade".
No que diz respeito às disfunções sexuais, resta ressaltar a maturidade da mulher, ou do casal, em encarar esta alteração, como sendo um fato situacional, sem encará-lo como um problema, se fechando e impedindo a melhoria do bem estar pessoal. "Uma conversa aberta, falando dos medos, das inseguranças, das frustrações, e o querer estar sempre com o outro, ajudando em seus conflitos pessoais, são muito importantes para uma vida feliz e plena, com realizações pessoais...", finaliza a médica.
Copyright © 2002 Bibliomed, Inc. 15 de Fevereiro de 2002.
DISFUNÇÃO SEXUAL FEMININA ( FRIGIDEZ )
DISFUNÇÃO SEXUAL FEMININA ( FRIGIDEZ )
Frigidez é a alteração da função sexual com ausência de desejo, apresentando ausência ou diminuição de resposta orgânica à excitação (falta de lubrificação vaginal, falta do relaxamento da musculatura, etc).
A mulher não apresenta desejo em ter relacionamento sexual, não procura o parceiro e quando procurada evita o contato sexual, (ou gostaria de evitar).
A paciente com frigidez relata medo ou mesmo repulsa a situação de relação sexual. Esta situação pode apresentar-se de várias formas:
- Não lubrificar durante a relação sexual,
- Ausência do desejo de ter atividade sexual,
- Algumas mulheres experimentam repulsa a estímulos sexuais, mesmo a beijos e toques.
A intensidade da reação pode variar desde falta de prazer, até um extremo sofrimento psicológico em ter que consumar o ato.
AS CAUSAS DA FRIGIDEZ PODEM SER ORGÂNICAS E/OU PSICOGÊNICAS
ORIGENS ORGÂNICAS DA FRIGIDEZ:
- Dispareunias (dor na relação sexual),
- Alterações hormonais,
- Debilidade física ou doenças em geral que a debilitem,
- Etc.
ORIGEM PSICOGÊNICAS DA FRIGIDEZ:
- Religião,
- Tabus,
- Violência sexual anterior ( como estupro, por exemplo),
- Educação sexual rígida,
- Medo de engravidar ou de doenças sexualmente transmissíveis,
- Idade avançada,
- Stress,
- Relacionamentos desgastados,
- Etc.
TRATAMENTO DA FRIGIDEZ:
A meta do tratamento da frigidez é a melhora da libido feminina. Entenda-se libido feminina a vontade, ou desejo de realizar o ato sexual. O termo libido destina-se a atração sexual.
É feita a tonificação da libido em conjunto com o tratamento da causa da frigidez.
A associação com hipnose e acupuntura oferece os resultados mais rápidos no tratamento da frigidez. Hipnose é uma técnica também totalmente natural.
O tratamento com acupuntura para a frigidez consiste em duas aplicações por semana de acupuntura.
A acupuntura usada no tratamento da frigidez, pode ser sem agulhas (com raios laser) ou acupuntura tradicional, com agulhas.
As agulhas são de uso individual, muito finas e indolores. Os locais do corpo onde serão introduzidas as agulhas ou aplicado raio laser são espalhados pelo corpo.
Não ocorrerá aplicação diretamente na vagina, que é o medo de muitas pacientes antes do tratamento.
As agulhas de acupuntura são de uso individual e extremamente finas, não causando dor alguma, em nenhum momento do tratamento da frigidez.
A paciente fica deitada confortavelmente em sala individual, com as agulhas inseridas pelo seu corpo e o tempo de duração da sessão é de 15 a 25 minutos. Para as pacientes que sentem medo de agulhas, existe a acupuntura sem agulhas, então, são é usado raio lase no estímulo dos pontos, ao invés das agulhas.
Durante a sessão também será realizada a hipnose, no intuito de resolvermos por completo a causa da frigidez.
Assinar:
Postagens (Atom)